Guardiola Pepe
Expulsar o Andrés Sanchez do quadro associativo do Corinthians é uma decisão muito mais política do que justa. Gostem ou não dele, é impossível apagar a história de um dos presidentes mais importantes da reconstrução do clube. Foi na gestão dele que o Corinthians voltou ao protagonismo, conquistou títulos históricos, construiu o CT e elevou o patamar institucional do clube. Transformar tudo isso em “nada” por conta de um julgamento cheio de interesses é, no mínimo, incoerente.
O próprio Andrés alegou que não existia uma política clara sobre o uso do cartão corporativo e que parte dos gastos era ligada a compromissos institucionais, além de afirmar que houve ressarcimento de valores. Mesmo assim, escolheram a punição máxima, sem considerar alternativas como suspensão, que inclusive foi sugerida dentro da própria reunião do Conselho.
Outro ponto que pouca gente fala: houve votação aberta e nominal. Isso abre margem para pressão política, perseguição e voto por conveniência. Uma decisão desse tamanho deveria ocorrer com voto secreto para preservar a independência dos conselheiros. Quando existe exposição pública, muitos votam pensando em imagem e pressão de torcida, não necessariamente em justiça.
Vejo muita injustiça com o MAIOR presidente da história do nosso clube.
em Bate-Papo da Torcida > Muitas comemorações de pessoas leigas sobre o caso da expulsão do...









