Post de wuelber no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Principais Nacionalidades no Brasil

Argentina: 38 jogadores

Uruguai: 30 jogadores

Colômbia: 27 jogadores

Paraguai: 15 jogadores

Equador: 8 jogadores

Clubes com Mais Estrangeiros no Elenco

Grêmio: 13 jogadores

Botafogo: 12 jogadores

Santos: 12 jogadores

Fluminense: 11 jogadores

Athletico-PR: 10 jogadores (com forte presença colombiana).

São Paulo e Vasco: 10 jogadores cada.

Custo-benefício imediato: Formar um jogador na base exige anos de investimento em estrutura, transição profissional e paciência com oscilações de desempenho. Trazer um jovem promissor de 20 ou 21 anos do futebol argentino ou colombiano muitas vezes entrega um atleta já 'caspento', acostumado com a pressão de uma primeira divisão, por um custo menor do que manter uma estrutura gigante de captação de base por anos...

Em resposta ao tópico: "Precisamos falar das nossas categorias de base"

Eu entendo que o futebol é mais físico e se modernizou. Agora, o futebol é mais intenso, mas é inaceitável o que fizeram com a base do futebol brasileiro.

Eu tenho absoluta certeza de que ainda existem talentos como Neymar, Ronaldo, Ronaldinho e outros no meio de 220 milhões de habitantes.

O que fizeram foi buscar apenas aprimorar o físico, e não o talento, além de jogar todo mundo para o lado do campo.

Existem pontas que podem ser meias, laterais, volantes, centroavantes etc.

Precisamos repensar a base no Brasil, parar de priorizar apenas o físico e a altura e trazer de volta o talento puro, formando jogadores talentosos em todas as posições, mas, principalmente, no meio de campo e nas laterais.

Outra coisa: é inaceitável não termos mais centroavantes. E nem precisa ser um Ronaldo. Não se produzem mais centroavantes como Luiz Fabiano, Fred, Washington, Luizão e outros. Paramos no tempo.

Antes de pensar em vencer uma Copa do Mundo, precisamos repensar a base de todos os clubes do Brasil, voltar a ter jogadores dribladores e talentosos, aliando isso ao preparo físico dos atletas, diminuir o número de jogadores estrangeiros no Brasileirão para dar espaço aos jovens e, com isso, evoluir nosso campeonato e nossos jogadores, mantendo o nosso estilo de futebol.

Outra coisa: precisam trabalhar fortemente o mental de todos esses atletas desde a infância.

Isso vale para o futebol brasileiro e vale para o Corinthians, que está cheio de atletas na base ligados a empresários. Chegou a hora de a CBF e o governo intervirem nas bases do futebol brasileiro para voltarmos a ser o que éramos e acabar com esses jogadores de empresários.

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