Post de Corinthians no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

O novo contrato reestruturou a dívida do estádio para cerca de R$ 700 milhões, estendendo o pagamento em parcelas trimestrais até 2041, com uma taxa de juros pesada (Selic + 2% ao ano).

Para dar segurança ao banco, a gestão de Duilio aceitou termos agressivos de cessão fiduciária e bloqueio de verbas:Retenção Automática de Receitas: A Caixa ganhou o direito de reter na fonte os recursos financeiros do clube.

Se o Corinthians atrasar as parcelas, o banco pode travar diretamente verbas de direitos de transmissão, patrocínios, venda de jogadores e premiações esportivas.O 'Bloqueio' na Copa do Brasil: Um exemplo prático disso ocorreu quando a Caixa bloqueou 50% da premiação de R$ 77 milhões que o Corinthians faturou pelo título da Copa do Brasil, direcionando o dinheiro direto para uma conta de segurança do banco para cobrir parcelas em aberto.

A 'Proibição' da SAF: O contrato amarra o clube politicamente. O Corinthians está proibido de se transformar em SAF (Sociedade Anônima do Futebol) ou realizar qualquer mudança em sua estrutura societária sem o aval prévio e expresso da Caixa até 2041.Sede social como garantia: Caso o clube fique totalmente inadimplente, até mesmo o Parque São Jorge (a sede histórica do clube) pode sofrer penhora.

Fonte: https://placar.com.br/mercado-da-bola/corinthians-e-caixa-entenda-acordo-que-retem-receita-e-inviabiliza-saf/ https://placar.com.br/mercado-da-bola/corinthians-e-caixa-entenda-acordo-que-retem-receita-e-inviabiliza-saf/ placar.com.br

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