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@joseph-schwalk-dias
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14/07/2026 às 11:08
André Negão, da Renovação e Transparência, que iniciou campanha nas redes sociais e pode se beneficiar da fidelidade de parte de seus apoiadores caso haja, como tudo indica, um grande número de postulantes;
Marcelo Mandel, ligado a um grupo de associados que tem atuado de forma combativa na fiscalização da gestão Stabile — dentro e fora do Parque São Jorge —, mas que carrega o peso de ter sido diretor da gestão Augusto Melo, apesar de tudo o que já se sabia sobre ele;
Rozallah Santoro, integrante do Centrão, grupo que há duas décadas infelicita o Parque São Jorge, participante ativo tanto da gestão Augusto Melo quanto, agora, da administração Stabile;
Sergio Janikian, ex-diretor de Roberto Andrade, ex-sócio de Hanna Garib no período em que este comandava a chamada Máfia dos Fiscais, indiciado por crime contra a ordem tributária e formação de quadrilha em Santa Catarina e, até outro dia, “investidor” do grupo Renovação e Transparência;
Miriam Athiê, condenada por improbidade administrativa após acusação de receber propina, quando vereadora, de empresas do setor de transportes beneficiadas pela Prefeitura de São Paulo, ex-integrante da União dos Vitalícios, grupo que deixou apenas após receber apoio, ainda que velado, de empresários ligados à SAFIEL;
André “do Bilhão”, mitômano conhecido no meio político do clube, corretor de empresas de fachada ou ligadas a golpes, que tentou intermediar, durante a gestão Augusto Melo, a venda de títulos podres do Banco Santa Catarina, atualmente investigados como possível instrumento de lavagem de dinheiro do PCC.