Marco Antônio
Gente ruim é difícil de morrer Carlos, Andrés é um parasita, V@rme
em Bate-Papo da Torcida > Andrés não está morto!
Em resposta ao tópico:
Quem imaginou que a expulsão de Andrés Sanchez significaria o fim de sua influência no Corinthians parece não conhecer o funcionamento dos bastidores do clube. Andrés pode estar fora formalmente, mas continua politicamente presente, articulando, opinando e tentando manter seu grupo próximo das decisões.
Essa movimentação é um desrespeito ao próprio Corinthians. Quando alguém é afastado ou expulso, espera-se que deixe de interferir nos rumos da instituição. No Parque São Jorge, porém, as punições parecem atingir apenas o papel. Nos corredores, nas alianças e nas conversas reservadas, os mesmos personagens continuam atuando como se nada tivesse acontecido.
Andrés representa um modelo de poder que o Corinthians precisa superar: grupos fechados, acordos de bastidores, conselheiros eternos e decisões tomadas longe da torcida. Um sistema no qual os dirigentes mudam de cargo, mas o comando permanece praticamente nas mesmas mãos.
O mais preocupante é perceber que, mesmo depois de tantos problemas administrativos, financeiros e políticos, ainda existem pessoas dispostas a recolocar Andrés no centro do jogo. Não importa se será como candidato, apoiador, conselheiro informal ou articulador. Qualquer tentativa de reconstruir sua influência significa empurrar o Corinthians novamente para o passado.
A torcida precisa compreender que o perigo não está apenas em quem ocupa oficialmente a presidência. Está também em quem escolhe nomes, monta chapas, distribui apoios e controla votos sem aparecer publicamente. Andrés não precisa de cargo para exercer poder. Basta conservar aliados dentro dos conselhos e acesso aos grupos que historicamente comandam o clube.
O Corinthians não necessita de tutela, padrinho político ou dirigente agindo nas sombras. Precisa de transparência, profissionalização, responsabilidade financeira e ruptura definitiva com as estruturas que ajudaram a produzir a crise atual.
Andrés pode ter sido expulso, mas politicamente ainda tenta respirar. Por isso, a torcida não pode baixar a guarda.
Andrés não está morto. E justamente por isso o Corinthians precisa impedir que ele volte a comandar o clube, direta ou indiretamente.





