Roderick Soüz
Roberto de Andrade safado, vendeu até as tia da faxina
em Análise dos jogos > Por que responsabilizamos pouco o principal agente que sabotou o...
Em resposta ao tópico:
Salve salve, Nação! Só hoje consegui assistir o jogo de quarta inteiro, que só havia visto uns 10 minutos, pois faço faculdade de noite.
O Rodriguinho sem surpresas teve mais dificuldade de dominar a bola que o Finazzi e errou mais passes que o Lulinha. Já o Bruno Henrique é mil vezes mais sofrível e preocupante de assistir do que o Perdigão, além de ser um volante que não jogaria nem no time titular do Bragantino.
Esses dois perebas (que no máximo poderia ser reservas dos reservas) jogarem de titulares no Corinthians é mais do que o fim da picada e insistência do Tite, é culpa direta da 'nossa' diretoria omissa e inerte. Jádson e Renato Augusto saíram e o único meia com capacidade de criação contratado foi o Giovanni Augusto. Ninguém acha isso estranho? ! Nem repor minimamente a diretoria repôs, pra não dizer que o elenco está desprovido de rosto, faltou trazer pelo menos um jogador mais consagrado e com as costas largas, que aguenta todo tipo de pressão e chama a responsabilidade no jogo. No Corinthians sem Ralf, sem Gil e sem os dois melhores jogadores do Brasileiro de 2015 só restou a insuficiente coletividade, desprovido de individualidade, liderança significativa e total entrega.
O Nacional engoliu emocionalmente, com uma brutal facilidade, o time inocente, imaturo e instável do Corinthians, tanto no começo do primeiro tempo marcando o primeiro gol, como no intervalo esbarrando no André e no Lucca enquanto eram entrevistados, e quanto no segundo tempo todo após o segundo gol do Nacional, culminando com aquele pênalti catastrófico do André (já muito desestabilizado e desconcentrado), que deveria ser sem paradinha e sem script, apenas uma bomba em qualquer canto pra converter um gol que era mais do que necessário, mas sim obrigatório. E 43 mil loucos na Arena e mais de 30 milhões que acompanhavam pela televisão, rádio ou internet mereciam muito aquele gol e também sentir o gosto especial de que sim, ainda era possível a classificação (apesar dos pesares).
Pra resumir, minha sensação foi essa: faltou entrega plena, faltou um time talhado para mata-matas, faltou jogar bola no Uruguai e faltou uma escalação mais apropriada do seu Adenor, mas acima de tudo faltou talento e também planejamento. E a maior culpada disso é a diretoria. Foram 6 titulares perdidos, reposições pouco convincentes em sua maioria e nenhum reforço contratado, já que só vieram peças de reposição. Giovanni Augusto, Balbuena e Marlone foram contratações acertadas, Guilherme precisa ser testado agora em sua posição de origem, Marquinhos Gabriel chegou muito tarde, mas ao menos já mostrou disposição, interesse e personalidade. De resto só lamentações a serem feitas. Foi suficiente o pouquíssimo que a diretoria fez? Foi suficiente para jogar o 1º semestre da forma que estavam esperando e almejando? Com certeza não, o fracasso de não atingir os objetivos (ganhar o Paulista ou ao menos chegar na final; chegar mais longe na Libertadores) é prejudicial aos cofres, que aparentemente é com a única coisa que esses incompetentes se importam.
