Veterano 1977
Não precisa ser craque para jogar no Corinthians e agradar a torcida.
Nunca vi o Marcio de 1990 ou o Zé Maria da década de 70 ou o Ralf ou o Moisés de 77 serem vaiados. Nenhum deles tinha técnica refinada.
O Zé Maria era o Deus da raça, o Super Zé. Não tinha a técnica de seus contemporâneos Carlos Alberto Torres ou do Nelinho do Cruzeiro, mas eu duvido que algum Corinthiano não escolhesse o Zé Maria como o melhor lateral brasileiro de todos os tempos. Nunca vi o Zé Maria se cansar, desistir de correr atrás da bola ou de algum adversário. Nunca foi vaiado, virou ídolo, intocável...
O Corinthiano é lutador, guerreiro, trabalhador, ganha a vida com seu suor.
O Corinthians é seu elo de ligação com o mundo. O mais importante não é se o Corinthians ganha ou perde. Na vida nós também ganhamos e perdemos. Aceitamos isto. Mas nunca deixamos de lutar. Somos assim.
Sempre torceremos e amaremos o Corinthians. Não conheço ninguém que deixou de ser Corinthiano. Nascemos e morreremos Corinthianos.
Não posso é admitir jogadores andando em campo, sem lutar. Jogadores sorrindo, ainda no campo, após o jogo.
Jogador do Corinthians tem que lutar até o apito final. Não pode se entregar. Não pode se conformar com a derrota.
em Bate-Papo da Torcida > "Pu.ta que saudade, quando o Corinthians tinha uma torcida de...
Em resposta ao tópico:
Podem negativar a vontade, não ligo para curtidas. Fato é que a nossa torcida jaera, perdemos a nossa fama de 'Fiel torcida'. Ontem tinha gente vaiando o time com 35 minutos do 1° Tempo. Aquela torcida que mesmo com o time sendo rebaixado cantou, incentivou e empurrou jaera. Não existe mais. Não estou querendo pagar de mais torcedor que os outros, mas eu NUNCA vaio/xingo o time antes do término dá partida. Aprendi a ser Corinthians em 2007. Mesmo com os títulos dos últimos anos eu não mudei minha maneira de torcer. O Elias tinha razão sobre a torcida.