Claudinho Marco
Bem, inicialmente, eu lhe convido a antes de começar uma conversa com alguém a ter um pouco de respeito com as pessoas e não iniciar com ofensas...Sem contar que não sei onde as pessoas da diretoria estudaram, eu sei apenas onde eu fiz faculdade, duas pós lato sensu e agora uma stricto sensu.
Voltando questão do patrocínio, como eu disse foi uma estratégia de não desvalorizar o produto, mas nem sempre numa negociação as coisas funcionam como se espera. Acredito que a empresas não queiram investir no esporte, visto não haver o retorno que se esperava, o que talvez faça ser revisto os valores que se busca conseguir de patrocínios de camisas (veja, por exemplo, os demais times, há uma escassez de patrocinadores ou de grandes negócios, fora o caso do Palmeiras, que não é bem um patrocínio, mas quase um caso de mecenas e o Flamengo, que há suspeitas de favorecimento político via BNDES para os patrocinadores do time, já que alguns diretores do time também fazem parte do banco).
Aceitar o patrocínio da Cia do Terno foi uma forma de aceitar patrocínios de ocasião (curto espaço de tempo) e lucrar um pouco com isso.
Acho que a não renovação com a Caixa foi certa, infelizmente, houve insucessos na negociação e por isso, a estratégia não deu certo, o que sempre pode acontecer.
em Bate-Papo da Torcida > Patrocínio Master - CAIXA
Em citação ao post:
Não desvaloriza o produto? Não aceitou a caixa e depois aceitou um milhão da Cia do terno! Você deve ter estudado na escola da diretoria Corinthiana!