Gustavo
Os dirigentes do Corinthians no desespero de fechar um Master caíram na conversa desses banqueiros...
Essa parceria já nasceu mentirosa quando escondeu os verdadeiros valores da torcida, que só vieram a tona após reportagens de alguns jornaleiros.
Pouca ou quase nenhuma divulgação, somada ao cenário econômico do país, ao rigoroso processo do próprio banco com alguns torcedores não aprovando o cadastro, dentre outras situações...
Enfim, esqueçam essa parceria. Quem quiser ajudar e fazer o cartão, tudo bem vai lá e faça. Mas não caia na onda de botar a culpa na torcida, todo mundo temcontas a pagar e escolhe o serviço bancário que julga mais eficiente e econômico no seu caso particular.
Se forem cobrar, quem deve ser cobrado é quem assinou uma palhaçada dessas é nos amarrou por 2 anos. É outra, se for para divulgar fortemente alguma coisa divulguem o fiel torcedor, pois é inadmissível ter menos torcedores cadastrados do que o Inter...
em Bate-Papo da Torcida > Marketing e BMG: porquê não existe?
Em resposta ao tópico:
Imagine você virar sócio de metade de um banco. Certamente você faria de tudo pra abrir conta, mandaria no WhatsApp da família, ia falar com o cara do dogão da esquina, amigo de chopp. Pois bem, o Corinthians virou metade do Meu BMG Corinthians, e o que fez? Nada.
Repassar a culpa para o torcedor em um país em crise, 13% de desemprego é simplista dos que reclamam. O Corinthians como instituição deveria estar convencendo o porquê de você querer abrir uma conta e não simplesmente acreditar que milhões de torcedores vão baixar o app no banco sem ao menos entender como o dinheiro vai entrar na conta do time. Deveria ser algo que todos soubessem, fácil de entender, de abrir a conta, com plano de vantagens, e não algo escondido e que vai se soltando aos poucos. Porque não uma campanha? Uma explicação no site do clube? Na TV Timão? No Instagram oficial?
O Corinthians se tornou sócio de algo e despreza o potencial terceirizando a responsabilidade de sucesso dessa empreitada, se preocupando muito mais na venda de espaços na camisa (que daqui a pouco terá que ser um macaco estilo de F-1 pra tanto patrocinador), do que promover o banco do qual é dono.