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Alexandre Inácio

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Atividades do Alexandre no Meu Timão

Última interação no site em 11/02/2019 às 11h41

  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Esquema padrão 2017"

    há 1 semana

    Temos que respeitar o Carille e deixar o homem trabalhar! Basta lembrar que tivemos 3 treinadores ano passado, sendo um deles um completo desastre que foi o Jair Ventura.

    Portanto é óbvio que o trabalho a ser feito é muito grande e se enganou quem achou que o Professor Fábio iria chegar com uma varinha de condão e deixar o time jogando o fino da bola do dia pra noite.

    O elenco sequer está fechado, pois há diversos jogadores chegando como Jr Urso, Mendez, Lucão, e o caso da lateral esquerda que ainda irá voltar o Carlos Augusto e a situação do Arana que ainda não houve um desfecho.

    Dita a obviedade de que temos de ter confiança no Carille e deixá-lo trabalhar, então podemos ir à críticas construtivas.

    O Paulista é pra testar e erra nessa fase mesmo! Demos azar de pegar o Racing com pouco mais de 30 dias de trabalho, a chance de passar por eles mesmo se o time estivesse voanda já não seria altas, pois atualmente se trata do melhor time argentino.

    Então pensando para a temporada, e não apenas para esse jogo, podemos dizer que a chave principal para o trabalho nesse ano é encontrar o sistema definitivo e fazer os jogadores entrosarem.

    O time de 2017 jogava no 4-2-3-1 para construir jogadas e se defendia no 4-4-2.

    O sistema de defesa no 4-4-2 é mais óbvios precisando de duas linhas compactas e com dois homens mais livres à frente, mas ainda assim pressionando os zagueiros para não deixar tão fácil a construção.

    A análise do 4-2-3-1 é um pouco mais complexa, pois tanto na linha de 2 volantes quanto na linha de 3 meias temos funções diferentes para os jogadores, tratava-se de:

    GOLEIRO (Cássio)

    LD (Fagner)

    ZAG (Balbuena)

    ZAG (Pablo)

    LE (Arana)

    VOL (Ralf)

    VOL (Maycon)

    FALSO PONTA (Jadson)

    MEIA ATACANTE (Rodriguinho)

    PONTA (Romero/Clayson)

    CENTROAVANTE (Jô)

    Os dois volantes protegiam a zaga, mas um deles era responsável por buscar o jogo e quebrar as linhas.

    O falso ponta jogava aberto, mas ao invés de dar profundidade caia para o meio para auxiliar o meia atacante no centro a criar jogadas e concluí-las.

    O ponto dava profundidade ao time e era um verdadeiro escravo do esquema tático, por isso que o Romero se destacou tanto na função.

    Tentando replicar o mesmo esquema de 2017 para fazê-lo funcionar antes de tentar algo mais complexo como o 4-1-4-1 acho que os seguintes jogadores se encaixam mais nessa proposta:

    GOLEIRO (Cássio)

    LD (Fagner)

    ZAG (Marllon)

    ZAG (Manoel)

    LE (Avelar)

    VOL (Ralf)

    VOL (Jr Urso)

    FALSO PONTA (Jadson)

    MEIA ATACANTE (Love)

    PONTA (Ramiro)

    CENTROAVANTE (Gustagol)

    Nessa escalação o Jadson repetiria a função que exerceu contra o Palmeiras jogando aberto pela esquerda, o Ramiro jogaria aberto pela direita sendo o escravo tático desse esquema e jogando da mesma maneira que se destacou no Grêmio, o Jr Urso faria o mesmo papel do Maycon, Love faria a função de Falso Dez, que é basicamente um atacante jogando atrás do Centroavante, como o Rodriguinho fazia na dobradinha com o Jô.

    Dessa maneira emularíamos a mesma maneira de jogar com a inversão apenas dos jogadores abertos já que o Ramiro joga pela direita e o Jadson comprovou repetir esse papel tático apenas jogando pela esquerda contra os porcos.

    O que vocês acham?

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  • Alexandre

    Alexandre comentou na notícia: "Conmebol restringe mosaicos, proíbe exibições durante jogos e acirra guerra com Corinthians"

    há 3 semanas

    Se eu fosse o Sanchez bancava a maior festa da história da Arena Corinthians e deixava a Conmebol punir.

    Vai punir pelo que? Pelo espetáculo da torcida? Vai ser uma ótima bomba para as relações públicas da empresa.

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Sampaoli mostrou o caminho para o Carille"

    há 3 semanas

    Mas quem está desmerecendo o trabalho do Carille, elogiar e tomar como inspiração o trabalho do Sampaoli no Santos é muito diferente de desmerecer o trabalho do Carille.

    Tanto que só sugiro isso, pois o Carille tem condições de aplicar isso na prática.

    A questão é que uma formação tão possível de se escalar porque na prática o time já jogou assim ontem, a questão é que deveríamos substituir Henrique por Marllon, Avelar por Capixaba, Thiaguinho por Renê Jr. E Vital por Vagner Love.

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Sampaoli mostrou o caminho para o Carille"

    há 3 semanas

    Muito obrigado!

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Sampaoli mostrou o caminho para o Carille"

    há 3 semanas

    Pra mim o Sampaoli mostrou o caminho ao Corinthians, porque ele escalou um jogadores de posições 4-2-3-1 (que é o esquema padrão do Brasil e preferido do Carille), mas que na prática funcionava como um 3-4-1-2.

    Nesse 3-4-1-2 o volante joga entre os dois zagueiros clássicos fazendo a saída de bola, dois meio campistas no centro protegendo a zaga, mas também ajudando na construção das jogadas.

    Os laterais jogam como alas e até mesmo como atacantes abertos como no caso do Orinho e do Victor Ferraz.

    O meia continua jogando centralizado na armação e os dois atacantes da frente procuram se revezar na movimentação de armar algumas jogadas e o outro para a finalização da jogada.

    O Corinthians continuaria sendo escalado como 4-2-3-1, mas jogaria dessa forma, e pensando no problema da lateral esquerda deveríamos trazer de volta o Capixaba que se destaca jogando como meia-ala.

    A escalação titular e a rotação do elenco ficaria da seguinte forma entre titulares e reservas:

    GOL - Cássio;
    LD - Fagner (Michel);
    ZAG - Manoel (P.Henrique);
    ZAG - Marllon (Henrique);
    LE - Capixaba (Carlos);
    VOL - Ralf (Gabriel);
    MEI - Ramiro (Araos);
    MEI - Renê Júnior (Thiaguinho)
    MC - Jadson (Sornoza);
    AT - Love (Diaz);
    AT - Boselli (Gustagol);

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Análise dos jogos, no tópico "já que estamos sem lateral esquerdo podemos jogar nessa formação"

    há 3 semanas

    Pra mim o Sampaoli mostrou o caminho ao Corinthians, porque ele escalou um jogadores de posições 4-2-3-1 (que é o esquema padrão do Brasil e preferido do Carille), mas que na prática funcionava como um 3-4-1-2.

    Nesse 3-4-1-2 o volante joga entre os dois zagueiros clássicos fazendo a saída de bola, dois meio campistas no centro protegendo a zaga, mas também ajudando na construção das jogadas.

    Os laterais jogam como alas e até mesmo como atacantes abertos como no caso do Orinho e do Victor Ferraz.

    O meia continua jogando centralizado na armação e os dois atacantes da frente procuram se revezar na movimentação de armar algumas jogadas e o outro para a finalização da jogada.

    O Corinthians continuaria sendo escalado como 4-2-3-1, mas jogaria dessa forma, e pensando no problema da lateral esquerda deveríamos trazer de volta o Capixaba que se destaca jogando como meia-ala.

    A escalação titular e a rotação do elenco ficaria da seguinte forma entre titulares e reservas:

    GOL - Cássio;

    LD - Fagner (Michel);

    ZAG - Manoel (P.Henrique);

    ZAG - Marllon (Henrique);

    LE - Capixaba (Carlos);

    VOL - Ralf (Gabriel);

    VOL - Ramiro (

    MC - Jadson (Sornoza);

    AT - Love (Diaz);

    AT - Boselli (Gustagol);

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "BMG - Tópico mais completo"

    há 4 semanas

    Quem quer rir tem que fazer rir! É negociação!

    Corinthians e BMG são sócios em pé de igualdade sendo que quem tem toda a estrutura e os custos para viabilizar o projeto é o BMG.

    O piso do valor projetado é de R$ 30 milhões, algo perfeitamente alcançável como a proporção de 200 mil novas contas já sugerida pelo Presidente do Corinthians na entrevista de detalhamento do patrocínio.

    O erro foi o barulho pela falha na comunicação do negócio.

    BMG publicou documento considerado sigiloso entre ambas as partes e o Rosemberg de já não abrir os números do contrato explicando os riscos e os potenciais convocando à torcida para aderir ao projeto por todo o seu potencial e dependência do torcedor.

    Pela seriedade das instituições financeiras é algo que não tem risco de falcatrua alguma e o potencial continua o mesmo se o valor mínimo fixo em contrato fosse de R$ 30 milhões, R$ 22 milhões ou os R$ 12 milhões.

    O Corinthians só conseguiu 50-50 na sociedade jurídica com o BMG que é o melhor cenário possível no caso por ter aberto mão justamente de um valor fixo alto.

    Se fosse para adiantar R$ 30 milhões sem riscos para o Corinthians então que fosse só um Master comum mesmo.

    Mas o Banco entrou nessa pra ganhar dinheiro e as projeções por ambas Diretorias Financeiras é de um piso de R$ 30 milhões para cada um, justamente o valor que foi adiantado pelo banco já depositado na conta do clube essa semana.

    O acordo prevê a injeção mínima de R$ 42 milhões no clube entre 2019 e 2020.

    Os R$ 30 milhões se tratam de adiantamento do BMG ao Corinthians sem necessidade de reembolso e de no mínimo R$ 12 milhões nos anos seguintes se não abrir uma conta sequer no Meu Corinthians BMG.

    Para o bem e para o mal trata-se de uma profecia autorrealizavel, vai se concretizar aquilo que o torcedor acreditar.

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "BMG - Tópico mais completo"

    há 4 semanas

    Perfeito! Concordo plenamente!

    Essa parceria é uma profecia autorealizável para o bem e para o mal.

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "BMG - Tópico mais completo"

    há 4 semanas

    QUEM QUER RIR, TEM QUE FAZER RIR!

    O valor fixo baixo é natural de uma negociação entre as partes, por exemplo, o Corinthians fala 'Quero 50-50 na operação', então o BMG responde 'tudo bem, mas você abaixa o valor fixo à ser pago assim abraçando o risco do negócio como sócio em igualdade conosco? '.

    E o Corinthians está certo! Tem seu histórico de falcatruas e péssimos negócios, mas este não é um desses erros.

    É muito melhor ter R$ 12 milhões de mínimo fixado e ter 50-50 na participação dos lucros da operação do que ter R$ 22 milhões de fixo e apenas 40% ou menos na participação dos lucros.

    Isto ocorre porque tanto R$ 12 milhões quanto R$ 22 milhões são valores abaixo do potencial da parceria.

    A fé na capacidade do empreendimento é tanta que as projeções conservadoras do piso da parceria é de pelo menos R$ 30 milhões para ambas as partes.

    Tanto que o adiantamento foi de R$ 30 milhões à vista na primeira semana do negócio.

    O acordo realizado prevê o adiantamento de R$ 30 milhões no primeiro ano sem necessidade de reembolso ao BMG, e no mínimo R$ 12 milhões de reais caso não se abra uma conta sequer pelo Meu Corinthians BMG.

    A parceria é excelente principalmente pela lisura que uma instituição financeira traz ao projeto e pela seriedade com que é regulado.

    O torcedor pode aderir ao projeto, pois esta é a oportunidade que a Fiel sempre pediu de poder contribuir com o fortalecimento do clube.

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  • Alexandre

    Alexandre postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Jogada de Gênio da BMG!"

    há 4 semanas

    O valor fixo baixo é natural de uma negociação entre as partes, por exemplo, o Corinthians fala 'Quero 50-50 na operação', então o BMG responde 'tudo bem, mas você abaixa o valor fixo à ser pago assim abraçando o risco do negócio como sócio em igualdade conosco? '.

    E o Corinthians está certo! Tem seu histórico de falcatruas e péssimos negócios, mas este não é um desses erros.

    É muito melhor ter R$ 12 milhões de mínimo fixado e ter 50-50 na participação dos lucros da operação do que ter R$ 22 milhões de fixo e apenas 40% ou menos na participação dos lucros.

    Isto ocorre porque tanto R$ 12 milhões quanto R$ 22 milhões são valores abaixo do potencial da parceria.

    A fé na capacidade do empreendimento é tanta que as projeções conservadoras do piso da parceria é de pelo menos R$ 30 milhões para ambas as partes.

    Tanto que o adiantamento foi de R$ 30 milhões à vista na primeira semana do negócio.

    O acordo realizado prevê o adiantamento de R$ 30 milhões no primeiro ano sem necessidade de reembolso ao BMG, e no mínimo R$ 12 milhões de reais caso não se abra uma conta sequer pelo Meu Corinthians BMG.

    A parceria é excelente principalmente pela lisura que uma instituição financeira traz ao projeto e pela seriedade com que é regulado.

    O torcedor pode aderir ao projeto, pois esta é a oportunidade que a Fiel sempre pediu de poder contribuir com o fortalecimento do clube.

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