Eduardo Mendes
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Última atividade no site em 13/03/2025 às 11h29
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Posts e comentários do Eduardo
Última interação no site em 13/03/2025 às 11h30
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Eduardo comentou na notícia: "Augusto Melo critica arbitragem e promete cobrança na Conmebol após eliminação do Corinthians"
há 1 ano
detalhes do comentárioTem que cobrar o Ramon Diaz. Alias, tem que demitir ele! Mesmo sendo Campeão Paulista. Mas você é covardão Augusto Lero Lero. As vezes a gente fala da soberba do Flamengo, mas eles não são covardes. Ceni e Dorival foram demitidos mesmo sendo campeões, pois o desempenho era terrivel. Mas no Corinthians, esperam ser eliminado de tudo para tomar atitude.
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Eduardo comentou na notícia: "Torcida do Corinthians reserva todos os ingressos para decisão na Libertadores"
há 1 ano
detalhes do comentário@marcolaa E você duvida? Com Ramon Diaz no comando? Vamos ficar com 2 ou 3 volantes o jogo inteiro. -
Eduardo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Corinthians e Betano?"
há 1 ano
detalhes do postVocê tem que entender uma coisa... Por mais que sejamos Corintianos, nossa família vem em primeiro lugar. Se nossa família vem em primeiro lugar, nosso sustento também vem.
Portanto, dar a notícia é o trabalho do cara! E pronto! É o modo que ele ganha dinheiro e coloca comida na mesa.
Se o Corinthians mantém conversas com a Betano, sua pergunta deveria ser outra: Pq os dirigentes são tão incompetentes a ponto de deixar vazar negociações estratégicas? Quem está vazando informações no clube?
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Eduardo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Nosso problema principal..."
há 2 anos
detalhes do postTime do Vitor Pereira na Libertadores contra o Boca Juniors
Time do Ramon Diaz de ontem:
Garro perdeu um gol feito? Sim. Mas isso não justifica o time ter chutado apenas uma vez ao gol no segundo tempo.
O Vitor Pereira com um time pior, conseguiu chegar a final da Copa do Brasil (não foi campeão por erro do Fagner e Vital nos pênaltis) e nos classificou para a Libertadores.
E o Ramon Diaz? Sequer conseguiu afastar o Corinthians da Zona de Rebaixamento.
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Eduardo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Palmeiras e Flamengo: A hipocrisia do Fair Play Financiero"
há 2 anos
detalhes do postNos últimos tempos, Flamengo e Palmeiras têm levantado a bandeira do Fair Play Financeiro, mas essa postura soa como pura hipocrisia. Ambos, agora com cofres cheios, não se incomodavam com desequilíbrios econômicos quando estavam afundados em dívidas e gastando sem limites.
O Flamengo, que hoje está entre os clubes mais ricos do país, vivia um caos financeiro no início da década passada. Em 2013, o clube acumulava mais de R$ 700 milhões em dívidas, mas isso não impediu que trouxesse Ronaldinho Gaúcho, pagando cerca de R$ 1,2 milhão por mês (o equivalente a R$ 2,5 milhões em valores atuais). E o festival de gastos continuou: em 2015, o clube trouxe Paolo Guerrero, pagando R$ 900 mil mensais (aproximadamente R$ 1,7 milhão hoje). Além de Adriano e Vagner Love, o Flamengo mantinha uma folha milionária enquanto era devedor na praça. Naquela época, Fair Play Financeiro? Nem pensar.
Os próprios jornalistas hoje que defendem a urgência dessa regulamentação são contraditórios. Em 2015, com a contratação do Paolo Guerrero, o jornalista Mauro Cezar Pereria - um grande defensor atualmente da regulamentação do mercado - disse não entende por que alguns profissionais da imprensa estavam encarando a contratação de Paolo Guerrero como uma ‘traição’ da nova política econômica do Flamengo. O comentarista contestou a opinião de segmentos jornalísticos de São Paulo, que, do nada, ficaram indignados com a chegada do peruano ao Rubro-Negro: ‘Me emociona a preocupação com a economia do Flamengo. Quase chorei’, ironizou. E que traria atacantes como o Tevez, independente do valor da divida do Flamengo.
O Palmeiras, a partir de 2010, também não se mostrava preocupado com o equilíbrio financeiro. Com dívidas que ultrapassavam R$ 180 milhões, o clube foi rebaixado em 2012 para a Série B. Mesmo assim, seguiu apostando em contratações de peso, como a volta de Valdivia por R$ 16 milhões (cerca de R$ 30 milhões hoje), enquanto suas receitas mal conseguiam cobrir os custos. Em 2014, o clube arrecadou R$ 150 milhões, mas a dívida já chegava perto dos R$ 300 milhões. Onde estava o discurso de controle financeiro naquele tempo?
E o Botafogo, outro gigante do futebol brasileiro, não foge desse cenário. Em uma de suas fases mais críticas, o clube chegou a acumular dívidas que ultrapassavam os R$ 1 bilhão. Mesmo com salários atrasados e dívidas fiscais crescendo, o Botafogo fez apostas ousadas, trazendo jogadores caros e aumentando sua folha salarial sem pensar nas consequências de longo prazo. Naquela época, o discurso de Fair Play era inexistente. O clube apenas buscava se manter competitivo a qualquer custo.
Agora, com as finanças em ordem, Flamengo, Palmeiras e Botafogo posam como defensores do Fair Play Financeiro, mas o passado recente mostra que essa preocupação só aparece quando estão em situações confortáveis. Quando as dívidas pesavam, gastaram milhões sem pensar duas vezes. Esse discurso soa mais como conveniência para se auto beneficiar do que como uma verdadeira defesa de um futebol equilibrado.