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Corinthians, me orgulho demais , Fiel desde sempre. Vivo o Corinthians em cada jogo, cada gol e cada sofrimento. Porque ser Corinthians não é fase, é identidade. Aqui é raça, é luta, é tradição. Vai Corinthians!

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Última atividade no site em 02/06/2026 às 20h06

Kauan Soares avalia 92.11% como positivo

Jogos do Corinthians com Kauan Soares na torcida do Timão

13 partidas na torcida

Cruzeiro São Bernardo FC Red Bull Bragantino Palmeiras Bahia Santos São Paulo Vasco da Gama Novorizontino
55.56%

5 Vitórias do
Corinthians

4 Derrotas

4 empates

kauan viu 24 gols

54.17%

13 Gols do Corinthians

11 Gols dos adversários

Média de 1.85 gols por partida

Posts e comentários do kauan

Última interação no site em 02/06/2026 às 20h15

  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "não caiam nessa!"

    há 1 dia

    Mano, na moral, já começou aquela velha palhaçada de especulação de mercado e a Fiel já tá caindo no mesmo papo de sempre. Agora a bola da vez é que o Corinthians tá monitorando o volante francês Tiémoué Bakayoko, de 31 anos. Pronto, bastou o nome do cara ser ventilado para metade da torcida achar que o novo Paulinho de 2012 tá chegando para carregar o piano no meio de campo. Pelo amor de Deus, rapaziada, não caiam nessa! A diretoria tá avaliando o cara livre no mercado como uma sombra caso o André seja vendido para a Europa nessa janela, mas a verdade é que a gente não pode se iludir com grife e com o fato de ele já ter passado por Chelsea e Milan. A realidade recente dele é assustadora.Se você for puxar o histórico recente do cara, vai ver que ele tem pontos fracos que podem virar um pesadelo completo se a gente achar que ele chega com o status de salvador da pátria. O Bakayoko simplesmente não joga futebol desde o fim de 2024. A passagem dele pelo PAOK, da Grécia, foi um fiasco total: o cara jogou apenas 9 partidas e foi encostado. Ele é um jogador pesado, que hoje sofre demais com a falta de intensidade e ritmo de jogo. Se na Europa ele já ficava vendido na marcação e se enrolava sozinho com a bola no pé por causa da lentidão, imagina ele correndo atrás de moleque de 20 anos no futebol brasileiro na maratona de jogos daqui. Trazer um cara que tá sem clube desde que saiu da Grécia é um risco gigantesco de arrumar mais um morto para o elenco, Mas, sendo bem justo e olhando o outro lado da moeda, se o negócio só acontecer DEPOIS de confirmada a venda do André até para não estourar o caixa do clube à toa, ele tem valências que podem ajudar de alguma forma se vier focado. Fisicamente o Bakayoko é um monstro na bola aérea, tem muita força para ganhar dividida e sabe jogar como aquele primeiro volante clássico, bem postado, destruindo as jogadas do adversário na base da imposição física. Ele poderia dar uma sustentação defensiva para liberar os caras mais técnicos do Diniz jogarem sem tanta obrigação de carregar o piano na marcação. Pode sim ser um cara útil para compor elenco e dar casca em jogos cascudos, mas isso SÓ se o André sair e se o francês vier com a mentalidade certa. Tratar esse cara como o craque que vai resolver a nossa vida é loucura. Menos empolgação e mais os pés no chão, porque o Corinthians precisa de jogador com sangue no olho e não apenas de nome de grife que não joga há meses

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Jogo Pra Ficar Atento!"

    há 4 dias

    Mano, na moral, quem tá achando que o jogo de hoje contra o Grêmio lá na Arena vai ser tranquilo só porque os caras estão mal na tabela, tá moscando demais. Jogo contra eles lá no Sul é sempre uma guerra desgraçada, o clima é pesado e a gente sabe muito bem disso. O Grêmio não é flor que se cheire, a camisa deles pesa e os caras vão dar a vida contra a gente. Eles estão engasgados, vêm de um momento péssimo e a torcida tá cobrando pesado, principalmente por terem ficado em segundo lugar na Sul-Americana. Os caras vão entrar com sangue nos olhos para dar uma resposta e tentar salvar o ano em cima da gente. Se o Corinthians entrar em campo com aquela moleza de achar que o jogo tá ganho ou de salto alto, a gente vai voltar para São Paulo com uma derrota dolorosa na bagagem.

    O time tem que entrar ligado desde o primeiro minuto porque não dá para aceitar repetição daqueles erros bestas do jogo vergonhoso contra o Platense. Aquela partida em Itaquera foi um soco no estômago, uma apatia desgraçada onde o time jogou sem vontade nenhuma. Hoje não tem espaço para vacilo bizarro como o recuo de bola horroroso do Matheuzinho ou a bobeira do Garro com o braço aberto dentro da área. Se a gente entrar mole, sem tesão e errando passe na saída de bola daquele jeito, o Grêmio vai engolir a gente.

    Para piorar, o Corinthians deve vir modificado, e é aí que a gente vê quem realmente tem sangue no olho para vestir essa camisa. Sem contar com peças que vinham jogando, quem entrar no meio de campo e na contenção vai ter que morder o calcanhar dos caras. Chega de meio de campo empobrecido e de chuveirinho estúpido na área achando que vai resolver alguma coisa no desespero. O esquema tem que ser o Corinthians clássico: fechar a casinha com inteligência, marcar pressão e jogar com raça. A bola que o Yuri Alberto ou quem estiver na frente receber, tem que mandar para o fundo da rede sem fofoca. Hoje é dia de jogar com espírito de Corinthians, sabendo sofrer e sendo cirúrgico. Se entrar focado e com sangue no olho a gente traz um resultado gigante, mas se entrar de corpo mole igual contra o Platense, vai dar ruim de novo

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "diniz na liberta de novo… e agora com o corinthians?"

    há 2 meses

    Vou falar a real, esse cenário é meio maluco de imaginar.

    O Fernando Diniz voltando a disputar Libertadores, agora com o Corinthians, depois de tudo que viveu no Fluminense.

    Experiência ele tem. Já sentiu pressão, já viveu jogo grande, já encarou mata-mata pesado. Isso não dá pra ignorar. Não é um técnico que vai chegar perdido no ambiente da competição.

    E pensando só por esse lado… até dá uma certa expectativa.

    Porque o Corinthians precisa voltar a competir de verdade nesse nível. Precisa entrar em Libertadores com personalidade, não só pra “ver no que dá”.

    Só que aí vem o ponto que deixa todo mundo com o pé atrás.

    O estilo dele.

    é bonito quando funciona. Time com posse, saindo jogando, envolvendo o adversário. Mas Libertadores não é só isso. é pressão, é erro zero, é jogo físico, é detalhe.

    E o time do Diniz erra.

    Erra saindo jogando.
    erra sob pressão.
    erra em momentos que não pode errar.

    E na Libertadores, um erro vira eliminação.

    Não é campeonato que perdoa.

    Além disso, tem o fator Corinthians. Aqui a cobrança é diferente. Perdeu dois jogos já vira crise. Não tem muito espaço pra “processo longo” ou adaptação tranquila.

    Então fica esse sentimento meio estranho.

    Por um lado, a ideia de ver o time jogando com identidade, tentando ser protagonista, até anima. Ainda mais em competição grande.

    Por outro, dá aquele medo de ver o time se complicando sozinho em jogo decisivo.

    No fim, não é só sobre voltar pra Libertadores.

    é sobre como jogar ela.

    Porque se for pra entrar desligado, errando atrás e sofrendo pressão… não vai durar.

    Mas se conseguir equilibrar esse estilo com competitividade de verdade…

    Aí talvez dê jogo.

    Talvez.

    E é esse “talvez” que deixa todo mundo com um pé atrás

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vocês aprovariam Fernando Diniz como técnico do Corinthians?"

    há 2 meses

    Nem aqui nem na pqp

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "misericordia senhor! diniz não!"

    há 2 meses

    Eu vou falar na moral, bate um desespero real quando esse nome começa a circular. Não é nem ódio gratuito, é medo mesmo do encaixe dar errado. O trabalho do Fernando Diniz tem coisas boas, isso ninguém pode negar. Os times dele gostam da bola, tentam propor jogo, sair jogando desde trás, criar superioridade por dentro. Quando funciona, fica bonito de ver, o time envolve, domina posse, cria sequência.

    Mas o problema é justamente quando não funciona.

    Linha defensiva exposta, saída arriscada o tempo todo, erro perto da própria área virando gol do nada. A gente já viu isso acontecer várias vezes. é um estilo que exige muita confiança, muito treino, muito encaixe fino. E quando o time entra pressionado, quando o ambiente pesa, esse tipo de jogo pode virar um perigo.

    E vamos ser sinceros, o Corinthians não é um lugar leve.

    Aqui a cobrança é absurda. Perdeu dois jogos já começa crise. A arquibancada cobra intensidade, marcação forte, competitividade. Nem sempre vai ter paciência pra ver o time trocando passe atrás enquanto corre risco.

    Ao mesmo tempo, também não dá pra fingir que não tem lado positivo.

    Se der certo, pode melhorar a saída de bola, pode dar mais identidade ao time, pode fazer o Corinthians jogar mais com a bola e não só reagir. Pode valorizar jogador, pode deixar o time mais ofensivo.

    Mas é um risco grande.

    Não é aquele treinador que chega pra dar estabilidade rápida. é um projeto de ideia. E projeto, no Corinthians, precisa dar resultado rápido senão o ambiente engole.

    Então é isso que gera o desespero.

    Não é só o nome.

    é o encaixe.

    Porque aqui não basta jogar bonito em alguns momentos. Tem que competir todo jogo, tem que saber sofrer, tem que ter equilíbrio.

    E hoje a dúvida é simples

    Esse estilo aguenta o peso do Corinthians

    Ou vira mais um experimento que não dura

    Misericórdia senhor.

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "que horroroso!"

    há 3 meses

    na moral… que jogo horrível foi esse ontem? O Corinthians jogando em casa, arena cheia, torcida esperando reação… e o time simplesmente não apareceu. Derrota por 2 a 0 e o pior nem é o placar. é a sensação de vazio. O time começou o jogo daquele jeito morno, tocando bola sem agressividade, sem vontade de machucar o adversário. Parecia que estava esperando algo acontecer sozinho. Enquanto isso o coritiba ficou tranquilo, esperando a chance. E ela veio. No primeiro tempo os caras abriram o placar e ali já deu aquela sensação ruim. A arena ficou meio em silêncio, aquele clima estranho de quem não está acreditando no que está vendo. Aí volta do intervalo… e pouco tempo depois vem o segundo. 2 a 0. E aí virou aquele filme que o corinthiano conhece quando o time se perde: correria, bola levantada na área, chute de longe, desespero. Muita vontade, pouca ideia. Sendo bem honesto? Deu raiva. Porque não foi derrota lutando. Não foi derrota jogando bem e dando azar. Foi derrota sem alma. E isso pesa mais ainda quando você olha o momento. Reforços chegando. Jogadores voltando de lesão. Expectativa de reação. Era noite pra mostrar força. Mas ontem o time pareceu pequeno dentro da própria casa. Agora é simples: precisa acordar. O corinthiano aceita perder brigando, aceita perder dando a vida em campo. O que não aceita é ver o time entrar desligado. Porque aqui não é passeio. é Corinthians

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "quarta é dia de atropelar"

    há 3 meses

    Quarta-feira tem jogo. E é daqueles que pedem resposta.

    O Sport Club Corinthians Paulista joga em casa, com a Neo Química Arena empurrando, e isso muda muita coisa. Quem acompanha o Corinthians sabe: quando o time entra ligado em Itaquera, a atmosfera vira outra. A torcida pressiona, o adversário sente e o jogo começa a pender.

    é noite para mostrar postura.

    O time começa a ganhar reforços, jogadores voltando, elenco ficando mais completo. Alguns que estavam lesionados já voltaram ou estão voltando aos poucos, e isso faz diferença ao longo da temporada. Quando o grupo começa a ficar inteiro, o nível naturalmente sobe.

    E também tem a expectativa pelos reforços que chegaram ou estão chegando. Jogador novo sempre traz energia diferente, disputa por posição aumenta e o elenco ganha opções. Isso costuma mexer com o ambiente do time.

    No fim das contas, é a combinação que o torcedor quer ver.

    Jogar em casa
    time mais completo
    reforços chegando
    e a torcida empurrando

    Não precisa inventar muito.

    é entrar com intensidade desde o primeiro minuto, marcar forte, não deixar o adversário crescer e aproveitar o fator casa.

    Porque quando o Corinthians joga sério em Itaquera, todo mundo sabe que o jogo fica pesado para quem vem de fora.

    Quarta é dia de resposta.
    quarta é dia de mostrar força.

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A votação do estatuto virou mais uma noite turbulenta no Corinthians"

    há 3 meses

    A noite que deveria discutir o futuro do Sport Club Corinthians Paulista acabou virando mais um capítulo turbulento da política interna do clube.

    O Conselho Deliberativo se reuniu no Parque São Jorge para votar a reforma do Estatuto, um projeto considerado enorme porque mudaria várias regras internas do clube, incluindo questões de governança e participação dos associados.

    Mas a votação nem chegou ao fim.

    Durante a reunião, um forte embate político tomou conta do ambiente. O presidente do clube, Osmar Stabile, entrou em confronto direto com o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. As acusações foram pesadas, com críticas de interferência na gestão e discussões acaloradas entre conselheiros.

    O clima ficou tão tenso que começaram gritos e bate-boca entre membros do conselho. Diante da confusão, a sessão acabou suspensa e a votação cancelada, sem que o anteprojeto fosse decidido.

    Também havia muita divisão interna sobre a própria reforma. Parte dos conselheiros defendia mudanças profundas no estatuto, enquanto outros afirmavam que o projeto alterava grande parte das regras do clube e precisava de mais debate antes de ser votado.

    A discussão não ficou só dentro da sala. Do lado de fora, torcedores protestaram e acompanharam o clima de tensão no clube.

    No fim das contas, o que deveria ser uma noite para discutir o futuro administrativo do Corinthians virou mais um retrato da divisão política que o clube vive nos bastidores.

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Lingard chegou. Agora é honrar a camisa."

    há 3 meses

    A chegada de Jesse Lingard ao Sport Club Corinthians Paulista não é só mais uma contratação de mercado. Não é apenas um jogador estrangeiro chegando ao Brasil.

    É um encontro com uma camisa que tem peso.

    O Corinthians não é um clube comum. Aqui a história é construída com sofrimento, raça e momentos que ficam marcados para sempre na memória da torcida. Quem veste essa camisa precisa entender rápido uma coisa simples: aqui não existe jogo pequeno.

    A Fiel cobra, empurra, sofre e acredita.

    Lingard chega com bagagem de futebol europeu, de jogos grandes, de estádios cheios. Mas a Neo Química Arena é diferente. Aqui o barulho vem da alma da torcida.

    E o recado é claro, mas também justo.

    Ninguém espera perfeição.
    Ninguém espera que ele resolva tudo sozinho.

    O que a torcida espera é entrega.

    Correr quando o jogo estiver difícil.
    Pedir a bola quando o time precisar.
    E entender que quando se veste essa camisa, se joga também por milhões de pessoas.

    Se ele fizer isso, o resto acontece naturalmente.

    Porque quando um jogador compra a ideia do Corinthians, a Fiel abraça de verdade. E quando isso acontece, a camisa cresce ainda mais.

    Lingard chegou.

    Agora começa a parte mais importante.

    Honrar a camisa. Porque aqui não é brincadeira.

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  • kauan

    kauan postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dybala no Corinthians? O rumor que fez muita gente parar pra imaginar"

    há 3 meses

    Nos últimos dias começou a circular entre torcedores e páginas de futebol uma ideia que parece coisa de videogame: Paulo Dybala vestindo a camisa do Sport Club Corinthians Paulista.

    Antes de tudo é importante ser sincero. Hoje não existe negociação oficial confirmada. O que existe é um contexto que acabou alimentando esse tipo de especulação.

    Dybala atualmente joga na AS Roma e o contrato dele termina em junho de 2026. Isso significa que, se não renovar, ele pode ficar livre no mercado. Sempre que um jogador desse nível pode sair de graça começam as especulações no mundo inteiro.

    Algumas páginas e portais começaram a citar o nome dele como um possível alvo de clubes sul-americanos no futuro. E claro, quando se fala em clubes brasileiros capazes de tentar algo grande, o Corinthians sempre aparece na conversa.

    Mas também precisa ter os pés no chão.

    Trazer um jogador como Dybala seria uma operação gigantesca financeiramente. O salário dele na Europa gira em torno de milhões por mês, um valor muito alto para os padrões do futebol brasileiro. Não é impossível, mas certamente seria uma negociação extremamente complicada.

    Mesmo assim, só o fato de o nome dele aparecer em discussões já mostra algo interessante: o Corinthians voltou a ser visto como um clube que pode sonhar alto no mercado.

    E sendo bem honesto, é impossível não imaginar a cena.

    Neo Química Arena cheia.
    Dybala recebendo a bola na entrada da área.
    A torcida levantando antes mesmo do chute.

    Hoje ainda é só rumor e imaginação da torcida. Nada concreto.

    Mas o futebol brasileiro já mostrou várias vezes que coisas que parecem impossíveis às vezes acabam acontecendo.

    E aí fica a pergunta para a Fiel: se aparecesse a oportunidade de verdade, você traria Dybala para o Timão?

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