Luís Figueiredo
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Posts e comentários do Luís Figueiredo
Última interação no site em 09/02/2026 às 22h11
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Luís Figueiredo comentou na notícia: "Lateral do Corinthians assume responsabilidade por pênalti perdido e reconhece mau desempenho"
há 4 meses
detalhes do comentárioMas no foi a Zanotti e a Jhonson que não marcaram o pênalti? Acho que lembrei errado então.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Crônica Esportiva: O rito das penalidades"
há 6 meses
detalhes do postPor mais que incautos e imbecis digam, nunca serão somente 22 homens correndo atrás de uma bola. Há diversas sobreposições em uma partida de futebol, e aqueles que possuem olhos para ver enxergam. Há jogos em que se disputam troféus, noutros, a sobrevivência de um time, e, em alguns, o que se disputa é história e herança. Ontem, o que presenciamos na terra sagrada de Itaquera foi um Corinthians obrigado a encarar a própria história de luvas.
Jovens corintianos cresceram sob a presença indubitável daquele gigante no gol: Cássio, o intransponível. Não era mero jogador, ele era uma certeza. Dessas certezas raras que a vida proporciona e o futebol empresta. Nele depositávamos uma confiança sem par. Quando tudo desabava, havia ainda aquela figura plantada na linha, trocando a mão na hora certa, adiando o desastre por milímetros. Quantos jogos não foram resolvidos por uma defesa de pênalti? E, quando ganhamos o mundo, lá estava ele: com as pontas dos dedos empurrando para lá o chute de Torres, como quem diz: “Não agora, não assim, não comigo aqui.”
Só que um dia, esfaqueado por um Judas, o gigante se foi. Em nosso arco, um vazio se fez presente e, infelizmente, a saudade não espalma escanteios. Veio então um menino, Hugo Souza, que havia sido excluído e humilhado. Um menino que fora desacreditado e tido por incompetente. Se Cássio era uma certeza, naquele momento Hugo era dúvida.
Mas o futebol, que parece esporte e na verdade é literatura em tempo real, não aceita incertezas, tal qual um deus dracônico exige os ritos mais sangrentos. Exige que um filho olhe nos olhos do pai e o sacrifique para impor a nova lei. Era preciso destronar o gigante antigo, matar o mito vivo, para ocupar aquele lugar que parecia vitalício. Sendo cruel como é, o futebol fez com que tal rito de passagem ocorresse de modo que não bastasse enfrentar Cássio. Não bastava ser só pai contra filho, velho contra novo. Era preciso que Hugo enfrentasse Cássio onde ele sempre foi maior, imponente e imbatível. O duelo dar-se-ia nas penalidades.
Quando o nosso camisa nove foi bater primeiro, a arquibancada prendeu o ar. Como sempre fez, Cássio escolheu o lado certo, alongou-se e defendeu. Era a imagem totêmica do pai sussurrando no ouvido corintiano: “Eis-me aqui, do outro lado. Ainda sou eu.” Em seguida, de ambos os lados, todas as penalidades foram convertidas. Até a última…
Se Gabigol marcasse, era o fim. Hugo então firula, desloca o peso, dança um passo mínimo entre coragem e blefe. Confunde o atacante. Defende. Ganhamos ali sobrevida. Íamos para as alternadas, e já não existe razão, só nervos.
O Corinthians marca. E o peso recai de novo sobre Hugo. Já não se disputava apenas uma vaga: estava em jogo o direito de seguir adiante sem pedir permissão, sem pedir bênção, sem olhar para trás esperando a mão salvadora que nos criou.
Poesia ou crueldade? Cássio foi derrotado sob os arcos que sempre o fizeram grande. E o que presenciamos em Itaquera foi algo mais difícil do que uma vitória, foi vencer sem raiva, superar com culpa e entender que herança e história são peso, luva que passa de mão em mão. O pai foi morto. Nasceu Hugo, o parricida.
Luís Figueiredo 15/12/2025
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Ano de copa. Camisa vermelha da seleção. Ano de eleição"
há 1 ano
detalhes do postQual fonte?
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Ano de copa. Camisa vermelha da seleção. Ano de eleição"
há 1 ano
detalhes do postVocês sabem que Brasil significa vermelho como brasa? O pau que era extraído aqui servia para fazer tinta vermelha. Chega até a ser engraçado essa cor não constar na bandeira, que tem as cores por causa da família Orleans e Bragança. Enfim, independente de política o Brasil tem essa relação com a cor vermelha.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Pode até fazer gol e dar uma assistência"
há 1 ano
detalhes do postPra mim, mais jogador que o europeu contratinho ladrão de camisa.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vocês perceberam isso no Garro?"
há 1 ano
detalhes do postPor isso, eu sou contra o ladrão de camisa contratinho. Esse cara é muita gracinha. Assim que tomar um calor da torcida vai chorar na Europa e cair fora.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Pardal que anda com morcego acorda de ponta cabeça."
há 1 ano
detalhes do postEu não credito só a ele a salvação.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Pardal que anda com morcego acorda de ponta cabeça."
há 1 ano
detalhes do postAtuações fracas e displicentes por parte do europeu Memphis tem me aberto o olhos pra a postura dessa figura. Agora foto ao lado de Neymar... Sei não...
Com o dinheiro que pagamos a ele, dava pra garimpar vários bons jogadores novos aqui na América do Sul.
Espero estar errado, mas fica o alerta. -
Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dúvida sobre lugares"
há 2 anos
detalhes do postEra estranho, pq na opção de escolher aparecia tudo como ocupado dai na que o sistema escolhia foi. Se não der para trocar de boa.
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Luís Figueiredo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dúvida sobre lugares"
há 2 anos
detalhes do postAcabei de comprar 4 ingressos para a final do feminino, sou do interior e será minha primeira vez na neoquimica, só que as cadeiras foram entregues separadas pelo sistema W8 W10 W2 e W4. Eu estou indo pela primeira vez com minha família e queria ficar todos próximos, eu consigo conversar com as pessoas do lado para possível troca ou melhor não?