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  • Vai

    Vai comentou na notícia: "Presidente interino do Corinthians descarta loucuras e garante busca por reforços de baixo custo"

    há 10 meses

    Sinto lhe informar que o seu Pinóquio, seu dirigente de estimação, teve cargo no clube na gestão RT. Então já que você quer a volta dele, que a volta da RT? É isso mesmo? Kkk você é torcedor de dirigente e não do Corinthians

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  • Vai

    Vai postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O maior presidente da história do Corinthians"

    há 11 meses

    Quando a história for contada com honestidade, sem paixões momentâneas nem rancores políticos, um nome surgirá com o devido peso: Andrés Sanchez. Nenhum outro dirigente transformou tanto o Corinthians. Nenhum outro entregou tanto.

    Sob seu comando, o clube, de fato, se tornou um gigante estrutural. Os números falam por si:

    Campeão da Série B (2008)
    Campeão Paulista (2009,2018 e 2019).
    Campeão da Copa do Brasil (2009).
    Campeão Brasileiro da Série A (2011).
    Mas o que não aparece nas taças é ainda mais grandioso, foi Andrés quem liderou a revolução que ergueu o CT Joaquim Grava, um dos mais modernos do país. Foi ele quem teve coragem, articulação e ousadia para colocar de pé a Arena Corinthians, estádio que virou palco de Copa do Mundo e símbolo da modernização do clube.

    Hoje, em tempos de redes sociais, filtros contábeis, balanços públicos e cobranças de compliance, há uma tendência de olhar para trás com o julgamento de agora. Todos criticam o Andrés por decisões que, na época, eram absolutamente coerentes com a realidade do futebol brasileiro, ou seja, um futebol que ainda engatinhava rumo à profissionalização.

    Naqueles anos, a política do clube não era acompanhada por influenciadores no Twitter nem por conselhos fiscais transmitidos ao vivo. Era outro tempo. Um tempo onde a gestão se fazia no olho a olho, na palavra dada, no respeito conquistado. E, dentro desse cenário, Andrés foi soberano.

    'Analisar Andrés com os padrões de hoje é como cobrar VAR nos anos 90, ou seja, um anacronismo que apaga o contexto.'

    A verdade, nua e crua, é que Andrés entendeu o Corinthians como poucos. Sabia a hora de brigar, a hora de unir, a hora de calar e, principalmente, a hora de agir. Fez política quando precisou, mas nunca abandonou o campo. Tinha o respeito dos jogadores, o ouvido da Fiel e o pulso firme nos bastidores.

    Sim, Andrés pode ter errado, mas quem não erra? Não se pode apagar um legado inteiro por conta de divergências pontuais. Se o Corinthians hoje sonha grande, é porque lá atrás ele ousou. Se hoje o clube busca uma gestão de alto nível e profissional, é porque ele deu o primeiro passo, mesmo sem todas as ferramentas de hoje em dia à disposição.

    A política de hoje cobra transparência. A de ontem pedia coragem. Andrés teve isso de sobra.

    A grandeza de Andrés não cabe nos rótulos fáceis da internet. Ela mora nas conquistas, nos muros que ele ergueu, nos sonhos que ele tornou realidade. E na memória de quem sabe que ser grato também é parte da Fiel.

    Reflita: será que você está criticando o Andrés... Ou apenas se esquecendo de tudo o que ele fez?

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  • Vai

    Vai postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A mágoa que talvez seja injusta: por que Andrés Sanchez virou vilão da própria obra?"

    há 11 meses

    Se você é corinthiano de verdade, certamente lembra com clareza do dia em que Ronaldo Fenômeno foi anunciado no Parque São Jorge. Lembra da incredulidade, do orgulho, dos sorrisos. Lembra também do primeiro gol, do camisa 9 correndo em direção à Fiel, da sensação de que o mundo inteiro olhava para o Corinthians.

    Agora pergunte a si mesmo, com honestidade: quem fez tudo isso acontecer?

    O nome é um só — Andrés Sanchez.

    E ainda assim, ele virou alvo. De críticas duras, muitas vezes pessoais, com uma memória seletiva que parece apagar uma era inteira de reconstrução e conquistas. O mesmo dirigente que trouxe Ronaldo, que colocou o Corinthians no protagonismo do futebol brasileiro, que liderou a construção do estádio próprio — nosso templo, nossa casa — hoje é tratado por parte da torcida como se fosse apenas o responsável pelos tropeços recentes.

    Mas quem realmente conhece o Corinthians sabe: a crise que vivemos hoje, política, institucional e moral, simplesmente não existia na época dele. O Parque São Jorge, sob seu comando, era um ambiente firme, centralizado, com liderança clara, ainda que polêmica, mas que sabia se impor e proteger o clube do caos interno que hoje escancara fragilidades e racha a alma do Timão.

    É claro que erros aconteceram. Mas quem não erra em decisões de gestão de um clube do tamanho do Corinthians? A pergunta que fica é: o saldo final de Andrés é negativo mesmo, ou fomos nós que deixamos a emoção ultrapassar os fatos?

    Olhe para os números. Olhe para os títulos. Olhe para o Corinthians antes e depois de Andrés. E então pergunte-se: estamos cobrando com justiça... Ou com ingratidão?

    Quando os tempos ficam difíceis, é fácil buscar culpados. Difícil é lembrar quem construiu as bases do orgulho que hoje defendemos com unhas e dentes. E se você sente saudade dos velhos tempos de raça, títulos e respeito no cenário nacional, talvez deva lembrar quem ajudou a construir essa identidade.

    Não se trata de canonizar ninguém. Mas de algo que a Fiel entende como poucos: gratidão.

    Talvez, no fim das contas, não seja Andrés quem precise se explicar. Talvez sejamos nós que precisamos repensar nossa forma de enxergar um dos dirigentes mais vitoriosos — e talvez mais injustiçados — da história alvinegra.

    O perdão não é fraqueza. Às vezes, é só o reconhecimento tardio de que fomos injustos com quem nos fez grandes e sabia conduzir o Corinthians com mão firme quando mais precisávamos.

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