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Matheus Medeiros


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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O VOLANTE Richard Rios custou 30M de Euros ao Benfica."

    há 5 meses

    É porque o Corinthians só manda os lances dele chorando ou tropeçando no gramado.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A folha salarial já caiu pela metade ou vai continuar do mesmo jeito caótico?"

    há 5 meses

    Pra divida atual, tem que cair bem mais do que a metade a folha salarial.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Atualização da Dívida na Ativa Receita Federal"

    há 5 meses

    Atualização da Dívida na Ativa Receita Federal

    Hoje, juntando balancetes oficiais, dados da Receita Federal, notícias recentes e o histórico de juros, a estimativa mais realista é que a dívida total do Corinthians em 2026 já esteja entre R$ 3,4 bilhões e R$ 3,8 bilhões. O número antigo de R$ 2,7 bilhões está claramente defasado: só a dívida ativa com a União já passou de R$ 1,1 bilhão, crescendo mês a mês, e parte desse aumento ainda nem apareceu integralmente nos balanços públicos do clube.
    Mesmo que uma parcela dessas dívidas já estivesse “contabilizada”, o problema é o ritmo de crescimento. Juros, multas, parcelamentos rompidos, novos acordos trabalhistas e condenações esportivas fazem a dívida aumentar mais rápido do que o clube consegue gerar superávit. Em outras palavras: o Corinthians até arrecada muito, mas não consegue pagar o que deve, e frequentemente troca dívida antiga por dívida nova (empréstimos, adiantamentos, renegociações).
    Por isso, não é exagero falar que a dívida pode encostar em R$ 4 bilhões ainda em 2026 se nada estrutural mudar. Não é uma dívida “teórica” ou política: é dívida viva, com União, Justiça, FIFA e credores que geram punições reais — transfer ban, bloqueio de receitas, multas e risco esportivo. O cenário atual mostra que o problema deixou de ser gestão pontual e virou um modelo financeiro esgotado.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vocês aprovariam o nome de Luxemburgo?"

    há 6 meses

    Sim e não. Convenhamos que se ele fosse tão bom assim, algum clube mais estruturado que o Corinthians já teria chamado ele e oferecido meios de trabalho e autonomia.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Espero que os encostados tenham assistido ao Botafogo hj"

    há 6 meses

    Jogador do Corinthians tá é em casa jogando vídeo game, tomando chopp, fumando vape e pensando 'diretoria finge que paga e a gente finge que joga'.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O transferban não vai acabar e posso provar"

    há 6 meses

    Galera, vamos ser bem sinceros: quem ainda acha que “é só pagar que o transferban cai” não entendeu a gravidade do que está acontecendo. O Corinthians não está apenas com um problema pontual. O Corinthians virou inadimplente reincidente, e quando isso acontece, a CNRD e a CBF tratam o clube como aquilo que ele se tornou: um mau pagador crônico. A regra do próprio acordo diz que atraso reiterado gera até 6 meses de ban mesmo APÓS o pagamento. Ou seja: mesmo depositando, a punição continua. Isso é o reflexo de anos de irresponsabilidade administrativa acumulada — e o clube agora está colhendo o que plantou.

    [Imagem do GE/Globo, notícia de hoje sobre CNRD da CBF]

    E o pior: nem é “só” o transferban da CBF. Tem o da FIFA pelo Félix Torres (R$ 40 milhões), tem o transferban que vai vir do caso Rojas (R$ 41,5 milhões), e qualquer um desses pode travar o Corinthians por meses. Você paga um, aparece outro. Paga outro, já tem mais dois. Por quê? Porque as gestões anteriores empurraram dívida pra frente como quem varre sujeira pra debaixo do tapete. Isso virou parte da cultura do clube associativo: pegar empréstimo pra pagar atraso, usar receita futura pra tapar buraco presente, adiantar dinheiro pra fechar o ano “bonito” no papel. Só que agora a conta chegou — e com juros, multas, transferban e Fair Play chegando pra fechar o caixão.

    A diretoria atual tenta passar que “está tomando medidas difíceis” — cortar basquete, futsal, gastar menos no social… Mas isso é maquiagem. Resolver RCE de R$ 1,8 milhão enquanto a Dívida Ativa da União sobe mais de R$ 400 milhões em um ano não muda absolutamente NADA. É enxugar gelo. O Corinthians está com déficit mensal, precisa de empréstimo pra pagar parcela atrasada, e mesmo assim a dívida não só não cai, como cresce exponencialmente. E aí entra o perigo: o clube está tão desorganizado que até quando paga, não paga no prazo; e quando paga no prazo, cai em outra punição; e quando resolve uma pendência, aparece uma terceira. Isso não é azar. Isso é colapso estrutural de governança.

    E aqui entra o ponto que muita gente não quer enxergar: a partir de 2026, o Fair Play Financeiro vai transformar tudo isso em punição esportiva pesada. Transferban será só o começo. Vai ter retenção de receita, perda de pontos, rebaixamento administrativo e punição pessoal pra dirigente que mentir informação. O Corinthians, hoje, não tem controle de caixa, não tem margem de manobra, não tem fluxo positivo e vive pendurado em vendas de atletas — algo que o Fair Play vai restringir. A receita cresce, mas o rombo cresce mais rápido. No fim, é matemática: quem deve o que o Corinthians deve e atrasa o que o Corinthians atrasa não “sai dessa” com corte de custo em modalidade ou discurso de “agora vai”.

    Resumindo: o transferban não vai acabar, porque ele não é um problema isolado. Ele é o SINTOMA. O sintoma de um clube que está falido na prática, que vive de remendo e que agora vai ser fiscalizado com lupa por CBF, FIFA, União e credores. Até o Vitória já sofreu intervenção judicial — e o Corinthians está em situação pior. Enquanto o clube associativo continuar funcionando desse jeito, o transferban vai voltar, reincidir, escalar e virar bola de neve. Não é pessimismo. É só olhar pra realidade: hoje, o Corinthians não manda mais no próprio destino. E, sinceramente? Era questão de tempo.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A questão não é "SE" o Corinthians vai falir."

    há 6 meses

    Esses números de 2.7 bi são 'desatualizados'. Era a dívida estimada até alguns poucos meses atrás. Mas se vai virando mês e as dívidas não são pagas, tem juros. Além de novas dívidas e condenações que o clube sofre. A verdade é que se o Corinthians não tá dando conta de pagar nem os juros, a dívida aumenta. O próximo balancete provavelmente já estará no 3 bilhões.

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A questão não é "SE" o Corinthians vai falir."

    há 6 meses

    Absolutamente não hahaha

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "cbf kkkkkk"

    há 6 meses

    Até entendo. Geralmente precisam de alguém pra ser o 'exemplo errado', ou 'exemplo do que não fazer' kkkkk

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  • Matheus

    Matheus postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A questão não é "SE" o Corinthians vai falir."

    há 6 meses

    É QUANDO ele vai falir. É isso. Isso é foda, não estou vendo saída nisso.

    '⚫️⚪️ | A dívida do Corinthians com a União Federal cresceu mais de R$ 400 milhões em um ano e chegou a R$ 580,1 milhões inscritos na Dívida Ativa, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. No mesmo período de 2024, o valor era de R$ 181,7 milhões.

    Essa informação saiu na ESPN e tem respaldo da Procuradoria Geral da Fazenda.

    Tem muita gente comprando narrativa de “corte de gastos”, “reorganização” e “separação do futebol e clube social” como se fosse solução. Não é. Isso é maquiagem. A verdade nua e crua é que o Corinthians está entrando em pré-insolvência e, se nada mudar estruturalmente, o colapso é inevitável. Vou explicar com fatos, não com opinião.

    A dívida com a União explodiu.
    De R$ 181 milhões em 2024 → R$ 580 milhões em 2025.
    Isso não é normal. Isso não é “gestão ruim”. Isso é incapacidade total de pagar obrigações básicas como impostos, INSS e FGTS. É o tipo de situação que coloca empresa em falência e clube em intervenção federal. Para comparar: Palmeiras deve R$ 10 milhões, São Paulo R$ 3 milhões, Santos R$ 1,3 milhão. O Corinthians deve 580 milhões. É surreal.

    No futebol, o buraco é ainda maior: R$ 2,7 bilhões em dívidas totais, déficit anual de R$ 83 milhões, transfer bans novos surgindo em cascata, risco de atraso salarial, juros monstruosos e um fluxo de caixa que simplesmente não fecha. A diretoria fala em “corte de R$ 15 milhões” com modalidades olímpicas como se isso fosse salvar algo — mas só os JUROS do Corinthians passam de R$ 120 milhões por ano. É enxugar gelo. E enxugar mal.

    E pra piorar tudo, o Fair Play Financeiro da CBF entra em vigor em 2026, exigindo superávit, limite de folha, dívidas em dia e fluxo de caixa saudável. O Corinthians, hoje, viola praticamente TODOS OS CRITÉRIOS. A partir do ano que vem, isso significa: retenção de receitas, perda de pontos, transfer-ban automático, bloqueio de registro no BID e rebaixamento administrativo. Não é exagero: o clube simplesmente não tem estrutura financeira para sobreviver ao FPF operando no modelo atual.

    Aí entra o precedente mais perigoso de todos: o caso do Vitória, que recebeu intervenção judicial esta semana por usar o RCE apenas para empurrar dívida, sem reestruturar nada. Quando você olha os critérios que o juiz usou para intervir no Vitória, o Corinthians preenche todos — e pior: denúncias do Ministério Público, investigações de lavagem de dinheiro, ingerência política absoluta, conselheiros investigados, balanços confusos, dívida tributária explosiva, transferências não pagas, rombo crescente e uso político do RCE. Se o Vitória precisou de administrador judicial, o Corinthians está ainda mais apto a receber o mesmo. E com razão.

    O torcedor pode continuar acreditando em corte de basquete, futsal e “gestão dura” se quiser… mas isso não muda a realidade matemática. O Corinthians está entrando na fase final do colapso estrutural, e as notícias não estão ficando mais leves — estão ficando mais graves a cada 48 horas. Quem olhar para os números vai entender: não é mais “se” o Corinthians vai quebrar. É quando. E quanto mais demorarem pra admitir isso, maior será a pancada quando vier.

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