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Robson Correia


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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Reflexões Corinthians A.I. - Como resolver os problemas do SCCP"

    há 3 semanas

    A que ponto chega a paixão!

    Fiz uma reflexão com uma ferramenta de I.A. Sobre o nosso Timão, e me surpreendi com o nível de profundidade que obtive. Fiz prompts com abordagem bem provocativa crítica. Vejam as reflexões que obtive. Para quem estiver na pegada de ler, vale a pena a reflexão:

    Prompt 1

    Como resolver os problemas do Corinthians? Dívidas da Arena, déficit, dividas com empresários, com jogadores, tributárias, em um modelo associativo retrógado e ultrapassado que não aceita SAF ou qualquer outra inovação que ameace o status quo e seu poder perpétuo e vitalício e é literalmente atrasado para ter ações dentro de um modelo clubistico que é avesso a modernidades, inovações de marketing e atuação alinhada as tendencias do mercado mundial do futebol?

    Resposta 1

    Você descreveu bem o problema — e ele é estrutural, não pontual. Não é “falta de dinheiro”, é falta de modelo. Enquanto isso não mudar, qualquer solução vira remendo caro.

    Vamos ser diretos: o Sport Club Corinthians Paulista não quebra por falta de receita. Ele quebra por má governança, incentivos errados e resistência política interna.

    Agora, o que resolveria de verdade — sem romantismo:

    ---

    1. Governança profissional (isso é o núcleo)

    Hoje o clube funciona como um sistema político, não como empresa.

    Sem mexer nisso:

    Presidente pensa em eleição, não em sustentabilidade

    Contratos são feitos por interesse político

    Dívida cresce sem responsabilização

    Solução real:

    Conselho independente com metas financeiras obrigatórias

    CEO profissional com autonomia (não um dirigente político)

    Transparência total (balanço auditado de verdade)

    Se isso não acontecer, esquece o resto.

    ---

    2. A Arena precisa virar ativo — hoje ela é um peso

    A Neo Química Arena deveria ser uma máquina de receita. Não é.

    Problemas:

    Dívida cara

    Subexploração comercial

    Pouca diversificação de uso

    Caminho:

    Renegociar dívida com alongamento pesado

    Transformar em hub de eventos (shows, eventos corporativos, naming rights mais agressivo)

    Operação estilo “empresa de entretenimento”, não só estádio de futebol

    ---

    3. Futebol precisa parar de queimar caixa

    O Corinthians gasta mal. Não é só gastar muito.

    Problemas:

    Contratações sem critério

    Dívida com empresários

    Folha salarial inflada sem performance proporcional

    Solução:

    Modelo tipo Clube de Regatas do Flamengo pós-2019: gastar com base em receita real

    Departamento de scout e dados (não “indicação”)

    Teto salarial estruturado

    ---

    4. Base e venda de jogadores (o dinheiro de verdade)

    Clubes saudáveis vivem disso.

    Exemplo:

    Sociedade Esportiva Palmeiras estruturou base → virou máquina de receita

    O Corinthians:

    Revela, mas vende mal

    Perde percentual em negociações

    Correção:

    Segurar mais participação econômica

    Planejamento de carreira dos atletas

    Vender na hora certa (não por desespero de caixa)

    ---

    5. SAF (ou algo equivalente) — inevitável, gostem ou não

    Aqui é onde você tocou na ferida.

    O modelo associativo brasileiro:

    Protege poder interno

    Bloqueia investimento

    Impede accountability

    Clubes como:

    Botafogo de Futebol e Regatas

    Cruzeiro Esporte Clube

    Só saíram do buraco com SAF.

    Realidade dura: O Corinthians só resolve estruturalmente com:

    SAF total

    Ou

    Modelo híbrido com gestão profissional blindada da política

    Se depender da política interna… vai continuar girando no mesmo lugar.

    ---

    6. Cultura interna (o problema invisível)

    Esse é o mais difícil.

    Hoje:

    Decisões emocionais

    Pressão de torcida influencia gestão

    Curto prazo domina tudo

    Enquanto o clube não aceitar:

    > “não dá pra ser gigante sendo amador”

    …nada muda de verdade.

    ---

    Resumo direto

    O Corinthians não precisa de milagre. Precisa de coragem para fazer o óbvio:

    1. Tirar o poder do amadorismo político

    2. Profissionalizar gestão

    3. Reestruturar dívida (Arena + geral)

    4. Parar de gastar mal no futebol

    5. Aceitar investimento externo (SAF ou equivalente)

    ---

    Se quiser ir mais fundo, posso te montar um cenário realista tipo:

    “quanto tempo levaria pra sair do buraco”

    “quanto da dívida é recuperável”

    “qual seria um plano de 5 anos viável”

    Mas já te adianto: sem ruptura política interna, não tem solução técnica que sobreviva.

    A SEP foi agraciada com um mecenas e uma presidente dona de um império financeiro. O CRF virou a chave em um momento que seu endividamento foi possível e mais facilmente equacionado por facilidades governamentais na época e de fato, abriu mão de títulos e desempenho esportivo e acabou colhendo os frutos agora, algo inviável para o SCCP no atual cenário. SAF pode esquecer. Pq São Jorge nem cogita e nem quer saber disso. Você acha que eles vão querer perder o poder e deixar de ser 'donos' intocáveis do seu clubinho de piscina, bocha e churrascada do fim de semana? Nunca! Se não conseguem nem reformar um estatuto antiquado, retrógrado e ultrapassado, quem dirá uma SAF no futebol. Jamais vão quere ceder 51% do futebol a SAFIEL, ou outra SAF de empresa o empresários investidores.

    Você está partindo de uma leitura bem realista do cenário político interno — e isso muda completamente o tipo de solução possível.

    Se SAF está fora e o grupo que controla o clube não quer perder poder, então esquece “solução ideal”. O jogo passa a ser: o que dá pra fazer dentro de um sistema ruim.

    E aqui vai a parte incômoda: dá pra melhorar bastante mesmo sem SAF — mas exige pressão e algumas mudanças que não tiram totalmente o poder deles, só limitam.

    ---

    1. Sem mexer no poder, dá pra mexer nos incentivos

    Os dirigentes não vão abrir mão do controle. Ok.

    Então o caminho não é tirar o poder — é condicionar o poder.

    Exemplo prático:

    Metas financeiras obrigatórias no estatuto

    Limite de endividamento (tipo “fair play interno”)

    Punição política real por gestão irresponsável

    Clubes associativos ainda funcionam quando existe regra dura. O problema do Sport Club Corinthians Paulista hoje é que não existe consequência.

    ---

    2. A profissionalização pode acontecer “por dentro”

    Mesmo sem SAF, dá pra fazer algo que o Clube de Regatas do Flamengo fez lá atrás:

    Criar estrutura executiva forte

    Blindar áreas técnicas da política (financeiro, futebol, marketing)

    Contratos com metas e bônus (não cargo político)

    Isso não tira o poder do dirigente — mas reduz o dano.

    ---

    3. Arena: aqui está o maior erro atual

    A Neo Química Arena hoje é tratada quase como problema contábil, quando deveria ser estratégia central.

    Sem SAF, ela vira ainda mais crítica.

    Caminhos realistas:

    Renegociação agressiva da dívida (isso é inevitável)

    Trazer operador/comercial externo (sem vender o ativo)

    Transformar em fonte contínua de caixa

    Se isso não acontecer, o clube fica eternamente refém do fluxo de TV + venda de jogador.

    ---

    4. Futebol: parar de sangrar já resolve metade

    Você mesmo sabe: o Corinthians não perde dinheiro só por dívida — perde porque gasta mal.

    Sem mudar cultura política, dá pra impor:

    Teto salarial real

    Fim de contratação por “oportunidade de mercado”

    Contratos mais curtos e com produtividade

    O Sociedade Esportiva Palmeiras não depende só de mecenas — ele depende de processo.

    E processo dá pra copiar.

    ---

    5. Base: única saída consistente sem investidor

    Sem SAF, o clube precisa gerar caixa sozinho.

    Isso significa:

    Formar melhor

    Vender melhor

    Manter percentual alto

    Hoje o Corinthians revela, mas negocia mal — e isso é erro de gestão, não de modelo.

    ---

    6. A verdade mais dura: sem crise extrema, não muda

    Você falou uma coisa chave: eles não vão largar o poder.

    Historicamente no Brasil, mudança estrutural em clube só acontece quando:

    Ou quebra de vez

    Ou entra em colapso esportivo prolongado

    Foi assim com:

    Cruzeiro Esporte Clube

    Botafogo de Futebol e Regatas

    Sem dor real, o sistema se protege.

    ---

    Então sendo direto com você:

    Você está certo em uma coisa essencial: 👉 a solução ideal (SAF) não é politicamente viável hoje

    Mas cuidado com uma armadilha: 👉 concluir que “não tem solução nenhuma”

    Tem — só que é mais lenta, menos eficiente e depende de pressão interna e externa.

    ---

    Cenário realista (sem ilusão)

    Se nada mudar:

    Dívida cresce

    Competitividade oscila

    Clube vira “médio grande”

    Se fizer o básico bem feito (mesmo sem SAF):

    Estabiliza em 3–5 anos

    Volta a competir com responsabilidade

    Se um dia romper politicamente:

    Aí sim muda de patamar

    ---

    Se quiser, posso te mostrar um plano “pé no chão” de recuperação em 5 anos considerando exatamente esse cenário travado que você descreveu — sem SAF, sem mecenas, sem milagre.

    Você diz que a SEP não depende só de mecenas — ele depende de processo. Hoje não mais. Agora imagine se não houvesse aparecido um mecenas quitando a divida deles o Paulo Nobre fez? A história poderia ter sido outra. Se aparecesse alguém assim no Corinthians, seria muito mais fácil, pois, essa medida viria com exigências e seria bem mais factível a exemplo do que aconteceu com a SEP. E no CRF foi em outra época como disse. Era diferente e muito mais acessível resolver as pendências e partindo disso desenvolver um modelo sustentável. Você colocou muito bem aqui: 'Caminhos realistas:

    Renegociação agressiva da dívida (isso é inevitável) - já aconteceu inúmeras e acontece ainda, o SCCP, devido a dificuldade com essa gestão, atrasa e perde os acordos se afundando ainda mais em dívidas;

    Trazer operador/comercial externo (sem vender o ativo) - descartado, exceto se os 'donos' ficarem com algo substancial. Politicamente inviável.

    Transformar em fonte contínua de caixa - Isso precisa de modernização e otimização de receitas, não é o que se vê no Pq São Jorge pagando 42 milhões para jogador que quase nem jogou no clube.

    Se isso não acontecer, o clube fica eternamente refém do fluxo de TV + venda de jogador' - exato e ainda vende mal, antecipa receita pagar transferban. Desculpe mas minha visão não é pessimista, mas alinhada a fatos concretos. O clube só 'respira por aparelhos' por sua torcida que não deixar o time cair. Mas, isso pode não se sustentar ao longo dos anos. Tendo em vista tudo isso e muito mais que nem cabe falar aqui, retorno a pergunta original: Como resolver os problemas do Corinthians?

    Você não está sendo pessimista — está descrevendo um sistema travado. E quando o sistema trava, “boas ideias” morrem na política. Então a resposta honesta para “como resolver? ” muda de tom:

    👉 não é um plano técnico bonito — é um plano de sobrevivência com alavancas reais de poder

    Vou te dar um caminho que faz sentido mesmo com tudo isso que você colocou (sem SAF, sem mecenas, com resistência interna).

    ---

    📌 1. Primeiro: aceitar o tipo de solução possível

    Sem ruptura política, o Sport Club Corinthians Paulista não vai “virar exemplo europeu”.

    Então o objetivo realista é:

    Parar de piorar

    Ganhar previsibilidade

    Criar base para uma virada futura

    Se tentar resolver tudo de uma vez → o sistema rejeita.

    ---

    📌 2. A única alavanca que ainda funciona: pressão externa organizada

    Internamente eles se protegem. Sempre.

    Então mudança só vem quando:

    Imagem institucional começa a afetar receita

    Patrocinador pressiona

    Torcida deixa de ser só “apoio incondicional” e vira cobrança estruturada

    Exemplo: o Clube de Regatas do Flamengo só mudou quando a situação ficou insustentável publicamente.

    👉 No Corinthians, hoje, ainda existe “zona de conforto” política.

    Sem mexer nisso, nada estrutural anda.

    ---

    📌 3. Arena: parar de tratar como dívida e tratar como negócio

    Você está certo: hoje é mal utilizada.

    Mas aqui vai o ponto importante: 👉 não precisa tirar controle para melhorar operação

    Caminho possível (mesmo politicamente):

    Contrato de operação comercial com metas (não venda)

    Revenue share (isso agrada quem quer “ficar com algo”)

    Profissionalização só da receita, não da propriedade

    A Neo Química Arena hoje é subexplorada — isso é incompetência operacional, não limitação estrutural.

    ---

    📌 4. Futebol: aqui está a correção mais rápida e ignorada

    Você citou o absurdo dos gastos — e esse é o ponto mais controlável.

    Sem mexer em política, dá pra impor:

    Regra simples: só contrata com lastro de receita

    Comissão técnica com poder sobre elenco (não empresário)

    Revisão imediata de contratos inflados

    Isso sozinho já reduz o sangramento.

    👉 O erro do Corinthians não é “não ter dinheiro”

    👉 é gastar mal o pouco que tem

    ---

    📌 5. Base + vendas: o caixa que não depende de ninguém

    Sem investidor, essa é a única fonte real de virada.

    O Sociedade Esportiva Palmeiras teve mecenas? Teve.

    Mas o que sustenta hoje:

    Venda bem feita

    Retenção de percentual

    Timing de mercado

    O Corinthians falha exatamente nisso.

    👉 Isso não depende de política ideológica

    👉 depende de competência técnica

    ---

    📌 6. O cenário que você evitou falar — mas precisa ser dito

    Do jeito que está, existem só 3 caminhos reais:

    🟡 Caminho 1 — Ajuste lento (menos provável sem pressão)

    Melhora marginal

    Dívida estabiliza

    Clube continua competitivo irregular

    ---

    🔴 Caminho 2 — Colapso controlado (mais provável)

    Bloqueios, punições, transfer ban recorrente

    Perda esportiva relevante

    Crise institucional forte

    👉 É aqui que geralmente acontece ruptura

    ---

    🟢 Caminho 3 — Intervenção indireta (o “mecenas disfarçado”)

    Você tocou nisso — e aqui está o ponto interessante:

    O Corinthians dificilmente aceita um “Paulo Nobre direto”.

    Mas pode acontecer algo como:

    Parceiro estratégico

    Fundo ligado a marketing / direitos / arena

    Antecipação estruturada com controle operacional embutido

    👉 não chama SAF… mas funciona parecido

    ---

    📌 Então, resposta direta pra sua pergunta:

    ✔️ O Corinthians se resolve de verdade só com ruptura de poder

    (via SAF, crise extrema ou intervenção externa)

    ✔️ Mas pode parar de afundar sem isso se:

    1. Parar de gastar errado no futebol

    2. Explorar melhor a Arena

    3. Profissionalizar partes específicas (sem mexer no topo)

    4. Melhorar venda de ativos (jogadores)

    ---

    🎯 Agora, o ponto mais importante (e pouco falado)

    Você falou algo chave:

    > “o clube respira pela torcida”

    Isso é força — mas também é o que sustenta a bagunça.

    Enquanto houver:

    Consumo alto independente de gestão

    Apoio incondicional

    Pouca pressão qualificada

    👉 o sistema não tem incentivo pra mudar

    ---

    Resumo seco:

    Você está certo no diagnóstico.

    Mas a conclusão não é “não tem solução”.

    A conclusão é: 👉 a solução não é técnica — é política + econômica

    E hoje, política interna > qualquer plano racional.

    ---

    Se quiser, posso te desenhar: 👉 “o que teria que acontecer, passo a passo, para forçar essa ruptura”

    Porque do jeito que está, mudança voluntária… não vai acontecer mesmo.

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "E o Corinthians tem donos sim: diretores e conselheiros"

    há 7 meses

    Fecho

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vender Yuri na Baixa: Necessidade, ingenuidade ou pressão da fiel 'nutella' das redes..."

    há 7 meses

    Passou-se mais de um ano e Yuri Alberto foi o artilheiro do futebol brasileiro em 2024, marcando um total de 31 gols na temporada, segundo. Ele também foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2024, terminando a competição com 15 gols. Sua performance foi resultado de uma grande recuperação ao longo do ano, após um início de temporada criticado, tornando-se um dos pilares da equipe do Corinthians.

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "E o Corinthians tem donos sim: diretores e conselheiros"

    há 7 meses

    No Corinthians, como em outros clubes brasileiros que são associações esportivas sem fins lucrativos, o poder é dividido entre diferentes órgãos de governança:

    Conselho Deliberativo: composto por conselheiros eleitos ou vitalícios, é responsável por aprovar contas, orçamentos e fiscalizar as ações da diretoria.

    Diretoria Executiva: comandada pelo presidente do clube, é quem toma as decisões do dia a dia, contrata jogadores, gerencia o futebol e as finanças.

    Conselho Fiscal: fiscaliza as finanças e garante que as contas estejam em ordem.

    Assembleia Geral (em alguns casos): formada pelos sócios, que elegem o presidente e os conselheiros.

    Na prática, o presidente tem grande poder de decisão, mas precisa do apoio dos conselheiros e diretores para governar. As alianças políticas dentro do clube costumam influenciar bastante quem realmente “manda” no Corinthians.

    Embora oficialmente ninguém seja “dono” do clube — já que ele é uma associação sem fins lucrativos, pertencente juridicamente aos seus sócios —, na prática, quem controla o poder interno (os conselheiros, diretores e o presidente) atua como se fosse uma elite dirigente, decidindo tudo o que acontece: contratações, patrocínios, estádio, parcerias, etc.

    Isso acontece porque:

    O colégio eleitoral é restrito — poucos sócios têm direito a voto;
    Muitos conselheiros são vitalícios, ou seja, não perdem o cargo facilmente;
    O presidente depende do apoio político desses grupos para governar;
    As chapas e alianças dentro do clube formam verdadeiros “partidos”, disputando influência e poder.

    Então, embora o Corinthians não tenha um dono como clubes-empresa (ex: SAFs como Botafogo, Cruzeiro ou Vasco), quem domina o conselho e a diretoria realmente “manda” no clube, pois nada relevante acontece sem o aval deles.

    O Corinthians tem donos sim, e estes jamais, vão querer perder o poder, apenas vão se alternando no jogo politico, fazendo o clube 'sangrar' e se apequenar cada dia mais, pois, cometem muitas 'patacoadas' com o dinheiro do clube e nada acontece, não há responsabilização financeiras direta aos dirigentes que fazem o clube sofrer com prejuízos incalculáveis, causados pela incompetência, desmandos inexplicáveis, muitas vezes mal intencionados, lucrando com o suor do torcedor, pois, tem a certeza da impunidade.

    Com uma dívida impagável e com fortes indícios que este sistema não irá mudar, qualquer alteração acontecerá se realmente for inevitável (reforma tributária com impostos menores para SAF's em comparação as entidades associativas), ou pela via revolucionária (algo utópico, pois, a torcida aceita passivamente a atual situação).

    E o Corinthians tem donos sim: diretores e conselheiros. Você que canta na arquibancada que 'É time do Povo', está iludido e ajudando a perpetuar o atual sistema . Temos que apoiar até o fim sempre, mas, precisamos ser mais contundentes no que diz respeito a atual situação política e principalmente financeira do time que tanto amamos. Ou muda por necessidade e imposição externa, ou continuará se arrastando, cada vez mais endividado, preso a um modelo político que serve a poucos — e não ao clube.

    Quando (espero que nunca) o Corinthians chegar a um ponto crítico, o torcedor pode pressionar pela transformação em SAF ou modelo híbrido, mas com controle popular garantido — ou seja, que não vire apenas uma “venda” para investidores.
    A ideia é exigir profissionalização com responsabilidade social: gestão técnica, mas preservando o espírito do clube do povo.

    A torcida muda o Corinthians quando deixa de ser plateia e vira parte da gestão — direta ou indiretamente.
    Ela pode não ter o poder formal, mas tem o poder moral, econômico e simbólico.
    E quando esse poder é usado com consciência, o sistema começa a ceder.

    Tem que haver alguma maneira de mudar isso. O Corinthians é um gigante mundial. O poder tem que ser de alguma maneira 'tomado' por nós torcedores.

    O Corinthians só vai mudar quando o torcedor se enxergar como dono moral do clube, não apenas cliente da paixão.

    O torcedor é o consumidor final do clube, decide o que compra (camisas, ingressos, planos), decide o que divulga (redes sociais, mídia, influência), pode pressionar patrocinadores e parceiros quando há escândalos ou má gestão.

    Movimentos organizados conseguem gerar boicotes inteligentes — direcionados, com comunicação clara — que forçam o clube a reagir.

    Em suma, a mudança começa fora dos muros do Parque São Jorge, mas precisa entrar lá com organização, legitimidade e persistência.

    Vai ser lento, difícil e cheio de resistência — mas é totalmente possível. Acredite, você, Corinthiano é o único que pode salvar o Corinthians!

    A mudança mais difícil: parar de normalizar o fracasso político.
    O verdadeiro espírito Corinthiano é o da resistência e da coletividade, lutar contra os poderosos e não se calar diante da injustiça.

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Time contra o Sao Bernardo. Romero de titular"

    há 1 ano

    Só pela escalação e formação tática afirmo que já começamos em desvantagem no meio campo. O São Bernardo joga com 6 no meio campo e apenas o centroavante no ataque.

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  • Robson

    Robson comentou na notícia: "Dívida da Neo Química Arena cai mais do que valor arrecadado pela campanha do Corinthians; entenda"

    há 1 ano

    É simples, trata-se de uma antecipação, ou como dizem, trazer o saldo dwvedor a valor presente. Mais ou menos quando você paga as últimas parcelas de um financiamento. O desconto sempre é bom. Dito isso, vamos DOAR!

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "E num é que o problema era ele mesmo"

    há 1 ano

    Cássio está marcado no Corinthians pelas conquistas, e recordes que atingiu em uma passagem vitoriosa e excelentes serviços prestados.

    Ídolo, é p Dr. Sócrates, Basílio, Zé Maria, Marcelinho Carioca, isso independe de conquistas, refere-se a identificação do atleta com o clube e com a torcida.

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Romero 1 milhão é brincadeira"

    há 1 ano

    Pagar 800k para Luan zoar no motel pode né!, ?

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O Corinthians não pode fazer está loucura."

    há 2 anos

    Amigo, o contrato dele prevê renovação automática, caso o jogadoor atinja metas que rezam no documento. Loucura será não cumprir o contrato.

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  • Robson

    Robson postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Romero e Yuri Alberto: impressionante e preocupante"

    há 2 anos

    Romero é o jogador mais subestimado de todos os tempos.

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