Poeta Alvinegro

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Aquém das melindras corporativas, a comunhão reedita o ideal libertário, onde a massa, horizontal e sem senhores, autogere seu próprio calvário.

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Último acesso em 18/07/2026

Atividade de Poeta Alvinegro no Meu Timão

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Última atividade no site em 17/07/2026 às 20h07

Poeta Alvinegro avalia 49.96% como positivo

Jogos do Corinthians com Poeta Alvinegro na torcida do Timão

31 partidas na torcida

Portuguesa Fluminense Botafogo Athletico-PR Juventus Mirassol Ponte Preta Ceará CSA Novorizontino Botafogo-SP Palmeiras Avaí Bahia São Bernardo FC Vitória Atlético-GO Argentinos Juniors Rio Claro Paraná Clube Remo
92.59%

25 Vitórias do
Corinthians

2 Derrotas

4 empates

Poeta viu 75 gols

81.33%

61 Gols do Corinthians

14 Gols dos adversários

Média de 2.42 gols por partida

Atividades do Poeta no Meu Timão:

  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "[OFF] Hoje entendo melhor a birra de muitos" 1 mês atrás

    Lambe as bolas do Catalão então!

    Quer falar de ENZO mas tu que é o mais enzo de todos, seguidor fiel de qualquer Zé mané da internet que quer ficar kgando regra kkkkkkkkkkkkkkk

    Vai carpir um lote seu desempregado

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  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O Estreito Tratado Alvinegro/Mundial" 1 mês atrás

    O Estreito Tratado Alvinegro/Mundial

    A mística do cosmo São Jorgiano entrelaça-se de forma indelével com a própria epopeia internacional, como o dínamo, que oxigena o selecionado pátrio.

    Não se mensura essa simbiose apenas pela frieza das estatísticas, mas pela consagração de guardiões que, forjados na rústica têmpera das tribunas alvinegras, transportaram a indômita aptidão operária e artística, aos bosques verdejantes.

    Do pioneirismo ancestral que cravou heróis na aurora, à altivez intelectual e democrática que encantou a orbe, o manto indelével sempre forneceu o brio e o suor indispensáveis ao triunfo da pátria desportiva.

    Obliterar qualquer vestígio do grupo que ruma ao certame global, denota um unilateralismo soberbo e desconectado da crueza do relvado. Ao abdicar da rústica teimosia e do brio que a nossa estirpe sabe infundir nos momentos de flagelação, os varões de gabinete condenam o selecionado pátrio a um pragmatismo estéril e sem alma.

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  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "É possível mentir falando apenas verdades" 1 mês atrás

    O labirinto de meias-verdades que emana dos gabinetes palacianos, constitui um bombardeio sem precedentes contra o pavilhão. Lançar mão do brasão institucional, para salvaguardar caprichos, é o mais refinado ardil.

    A homologação burocrática é apenas engrenagem do simulacro moral. Tais axiomas periféricos, chancelam a legitimidade do cascalho, vertido em pequenas firmas.

    Julgam esses varões que, o tribunal, forjado na crueza fabril, porta-se como uma grei de incautos, propensa a deglutir tal fado tragicômico. Olvidam-se, contudo, de que a paciência do cimento esgotou-se perante tamanha lassidão.

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  • Publicidade

  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Trocam os nomes, mas os problemas continuam" 1 mês atrás

    A ciranda que desfila pelos salões da corte, expõe o sepultar estéril acerca das engrenagens.

    O arcabouço, em irremediável ocaso.

    Uma praça monumental, subjugada.

    Decerto, a transmutação se converte em antídoto, frente ao regime que agoniza.

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  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Copa São Paulo 1969" 1 mês atrás

    A aurora pioneira se nutre, no certame inaugural da história.

    Sob o quadrante invernal, o prólogo testemunha a gênese de guardiões.

    Eis a mística da nossa ancestralidade cravada em retrato.

    No rés do chão, preposições da plasticidade.

    Das relíquias, a paleta contemporânea resgata o brilho dos prelúdios, ecoando o gigantismo São Jorgiano, na terra do triunfo.

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  • Poeta

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Desconfiem de quem diz que é fácil" 2 meses atrás

    O engodo messiânico da panaceia ligeira, desmascara-se no proscênio, chancelando o ardil do estelionato. A moral, embora indispensável virtude, revela-se inócua, posto que a pureza sem engenho, perpetua a paralisia que se auto consome.

    Urge a fina estirpe revolucionária, provida de sólido tirocínio das engrenagens que perpetuam o relvado. Sem tal salvaguarda pragmática, o colosso permanece inerte a voluntarismos.

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