É sangue nos olhos, é o jogo da vida...

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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É sangue nos olhos. É o jogo da vida

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É sangue nos olhos. É o jogo da vida

Ralf, o doutrinador da volância

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Contra o Colo-Colo o Corinthians terá que ser Corinthians.

Dane-se a diretoria, que parece não querer que o time se classifique, já que não abriu o treino para a Fiel.

Dane-se o fato de termos um técnico sem cacife no banco.

Dane-se o desmanche.

Aqui é Corinthians!

Os deuses do nosso Olimpo, os vivos e os mortos, estarão de pé, em vigília, acompanhando cada lance dessa batalha.

Idário e Zé Maria estarão em cada dividida.

Amaral e Gamarra inspirarão nossa zaga, para que passe 90 e tantos minutos incólume.

Sócrates transmitirá sua categoria e sangue frio, necessário para enfrentar a catimba chilena.

Luisinho e Neco comandarão as jogadas no meio de campo.

Baltazar reunirá toda legião de artilheiros alvinegros celestes que ajudarão a empurrar a bola para dentro.

E para completar, teremos dois deuses em campo.

Que as asas de Cássio o levem às alturas dos ângulos fatais. Que seu anjo protetor não permita que a bola o ultrapasse.

E que Ralf doutrine o meio de campo, com sua onipresença que nos salva de todos os perigos.

Que a Fiel seja a Fiel de sempre em Itaquera.

Que os outros 30 e tantos milhões tenham fé.

Se você é Corinthians e não acredita, há algo errado com você.

Pior ainda é ter o abominável pensamento de “que é melhor ser eliminado agora do que pelo Palmeiras”.

Tenhamos sangue corinthiano!

Dentro do campo, nas arquibancadas e até no sofá!

Veja mais em: Libertadores da América.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria de imprensa, bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito.

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