Todo corinthiano vivo tem que fazer o Tour 'Casa do Povo' da Arena

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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Todo corinthiano vivo tem que fazer o Tour 'Casa do Povo' da Arena

Todo corinthiano vivo tem que fazer o Tour 'Casa do Povo' da Arena

Foto no vestiário é apenas um dos registros inesquecíveis

Foto: Arquivo Pessoal / Roberto Gomes Zanin

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Demorou, mas fiz com os meus filhos o Tour Casa do Povo, na Arena Corinthians.

E valeu a pena. Valeu MUITO a pena.

Estamos acostumados a elogiar o que vemos fora do Brasil e detonar o que se faz aqui.

Mas esse Tour não deve nada ao que é feito em outras arenas mundo afora.

Horário agendado, chegamos 40 minutos antes. Deu para perceber que vale a pena aparecer mais cedo.

Ao entrar no hall, fomos recebidos por dois ídolos. Estátuas de Basílio e Sócrates dão as boas vindas aos fiéis.

Enquanto esperamos, foi possível jogar futebol numa quadra, já na parte coberta da Arena.

Além disso, terminais com PlayStation possibilitaram a experiência de jogar PES tenso a Arena como campo.

Os guias do Tour são torcedores fanáticos. O do nosso grupo, Luis Butti, tem até canal no YouTube sobre o clube. Animado, ele nos conduz ao lado externo do Setor Oeste. Paramos em frente à enorme e linda fachada de vidro. Muitos descobrem pela primeira vez porque o painel tem uma ondinha, em vez de ser reto.

“Para imitar uma bola estufando a rede”, explica o guia.

Entramos no hall monumental. Tempo para foto à frente do gigante escudo prateado.

Subimos para conhecer o melhor camarote da Arena, reservado para Ronaldo Fenômeno, bem no centro do campo.

Testamos a acústica da Arena. O grupo solta um “Vai, Corinthians!” no estádio vazio.

O grito rebate lá embaixo.

Dá para entender porque somos tão fortes em nossa casa. Com 48 mil pessoas gritando o barulho no gramado se torna ensurdecedor

Descemos para o ventre da Arena.

Conhecemos a imponente sala de entrevistas. Sobre a mesa ocupada agora por Jair Ventura, repousa a réplica da Taça Libertadores da América. Foto obrigatória.

Depois foi possível bater bola na sala de aquecimento dos atletas.

Conhecemos o vestiário, caprichosamente arrumado, como se estivesse aguardando os jogadores para mais uma partida. As camisas dos atletas penduradas nos respectivos armários.

Tirei foto sentado no lugar do Jadson.

E chega o ponto alto.

Postados diante da entrada que dá acesso ao gramado, vemos a porta de aço subir lentamente, desvendando uma visão divina:

o gramado e as arquibancadas da Arena Corinthians.

Alto-falantes reproduzem o grito da Fiel.

Não tem como não ficar arrepiado.

Para proteger o gramado, não podemos pisar dentro das quatro linhas.

Mas sentamos no banco de reservas e, de quebra, posamos ao lado da redoma que abriga réplicas dos troféus dos dois mundiais.

Um dos meus filhos brinca: “No estádio do Palmeiras a redoma deve ficar vazia”. Hahaha.

Com exceção da sala de imprensa, os principais momentos do Tour podem ser fotografados.

Além disso, uma profissional registra tudo.

Na saída, é possível ver as fotos, escolher e comprar o arquivo ou imprimir na hora.

Tudo bem organizado.

A frase que melhor define o Tour Casa do Povo é “dá para fazer tudo que se tem direito”.

Meus filhos são fiéis desde o nascimento, mas percebo que o passeio fortaleceu ainda mais o amor deles pelo Timão.

Recomendo a experiência para, também, fortalecer o corinthianismo das famílias.

Veja mais em: Tour Arena Corinthians, Arena Corinthians e Torcida do Corinthians.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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