Libertadores: Batalha #1 – Um bom começo

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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Libertadores: Batalha #1 – Um bom começo

Jadson chuta quando devia ter passado a bola. Uma entre tantas tomadas de decisão erradas.

Foto: Daniel Augusto Jr. Agência Corinthians

Amigos e amigas fieis:

Na hora do jogo, com o sangue quente e a emoção à flor da pele, é normal que vejamos com lente de aumento os erros da equipe e dos jogadores.

Mas depois, quando a temperatura baixa, devemos analisar os fatos serenamente.

Nesse contexto, em meu juízo, estreamos bem.

Devemos descontar a ansiedade da estreia, fora de casa, com altitude que incomoda.

Talvez por isso a equipe tenha jogado mal no primeiro tempo. Flertamos com o perigo na defesa, fomos ineficientes no meio e inoperante no ataque.

Saltou aos olhos a falta que faz um atacante de referência, maximizada num torneio como a Libertadores, em que a imposição física faz a diferença.

Resumo da ópera: para ganhar essa taça, precisaremos de um bom centroavante.

No intervalo, Carille foi cirúrgico na mudança de postura e do posicionamento da equipe.

Na segunda etapa, o Millonários teve que vir para cima. Os espaços apareceram, mas pecamos nas tomadas de decisões. O futebol é um esporte em que cada jogada oferece várias possibilidades. E optamos sempre pela pior escolha. Jadson, por exemplo, foi o campeão de erros messe quesito.

Gostei da postura da zaga e dos volantes. Sheik mostrou que será útil, apesar dos seus 39 anos.

Apesar da mediana qualidade técnica dos colombianos, não é fácil jogar com torcida contra e em condições atmosféricas adversas.

Em meio a tudo isso, mostramos um componente fundamental para disputar a Libertadores. Mesmo quando não estivemos vem tecnicamente, soubemos competir.

Que venha a Batalha #2.

Veja mais em: Libertadores da América.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria de imprensa, bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito.

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