Corinthians joga para salvar o ano... de 2024

Coluna do Tomás Rosolino

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Corinthians joga para salvar o ano... de 2024

Lázaro, Mano Menezes e Sidnei Lobo no treino do Corinthians

Foto: Rodrigo Coca / Agência Corinthians

Corinthians joga para salvar o ano... de 2024

Coluna do Tomás Rosolino

Opinião de Tomás Rosolino

Todo mundo que acompanha esse espaço aqui já sabe o que eu penso sobre a Copa Sul-Americana há um bom tempo, principalmente desde que eu escrevi esse texto aqui. Nem eu imaginava que ia acertar tanto na avaliação, aliás, já que o Corinthians conseguiu, além de tudo, piorar bastante o seu elenco no período entre esses dois textos.

Abro essa coluna, porém, para dizer que está em jogo muito mais do que uma vaga na final inédita da Sul-Americana. Hoje, diante do Fortaleza, no Castelão, o Corinthians tem a chance de manter viva a esperança de um 2024 minimamente interessante para um time que pode bater R$ 1 bilhão em receitas em 2023.

No momento, o foco da atual gestão está em tentar levantar ao menos uma taça, ainda mais pensando em um mundo no qual um presidente do Corinthians não termina sem troféus desde Roberto Pasqua, na década de 80. Muito mais do que 2023, porém, o título da Sul-Americana salvaria o 2024 alvinegro.

Uma possível conquista daria ao Timão uma vaga na fase de grupos da Libertadores da América, hoje já virtualmente inalcançável no Brasileiro, um posto garantido na terceira fase da Copa do Brasil - a presença é quase certa mesmo sem título, mas na traiçoeira primeira fase.

Além disso, coloca o clube em condição de disputar outras duas taças internacionais, a Recopa e o desafio Conmebol-Uefa. Eu me acostumei a apelidar esses troféus de Super-Recopa-Master pela falta de importância deles, mas ultimamente, principalmente nesse mundo de discussão besta de rede social, algum adolescente vai ficar feliz de numerá-los em caso de conquista.

São, no mínimo, 11 jogos mais assegurados, podendo chegar a até 30 em caso de sucesso pleno no ano que vem. Soma-se a isso a possibilidade de ser um clube mais atrativo a reforços e na manutenção de jogadores por seguir disputando na elite possível da América do Sul.

Portanto, que o Corinthians faça hoje um jogo digno da importância que ele tem pelo sofrimento causado ao torcedor nos últimos quatro anos, mas também de olho no que pode ser um 2024 animador em caso de vitória.

Veja mais em: Copa Sul-Americana.

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.

Coluna do Tomás Rosolino

Por Tomás Rosolino

Tomás Rosolino é jornalista faz um tempo. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, ex-Agora SP e Gazeta Esportiva. Hoje no Meu Timão. Vejo muito esporte, todo dia, o dia todo.

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