Polícia apreende cerca de 50 mil peças piratas ligadas ao Corinthians e outros sete clubes
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Por Rodrigo Vessoni

Operação da Polícia Civil de São Paulo nesta quarta-feira resultou na apreensão de cerca de 50 mil produtos piratas ligados à Seleção Brasileira e outros sete clubes do país, entre eles, do Corinthians.
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Uma operação da Polícia Civil de São Paulo nesta quarta-feira resultou na apreensão de cerca de 50 mil produtos piratas ligados à Seleção Brasileira e outros sete clubes do país, entre eles, do Corinthians. A informação foi divulgada pelo portal UOL e confirmada pelo Meu Timão.
As buscas da Polícia foram realizadas em nove fábricas nas cidades de Potim, Aparecida do Norte e Roseira, além de uma na capital. De acordo com as autoridades, em seis delas foram encontrados artigos piratas. A estimativa é de que os produtos pudessem causar um prejuízo de R$ 7,5 milhões à CBF e aos clubes.
A operação da Polícia Civil só foi possível pela representação dos clubes e da CBF para a Delegacia de Investigações Sobre Crimes Contra a Propriedade Imaterial que, por sua vez, obteve mandados de busca e apreensão nas fábricas.
Os clubes que estiveram envolvidos foram Corinthians, Palmeiras, Santos, Internacional, Grêmio, Coritiba e Flamengo, além da CBF.
"Nós estimamos que foram apreendidos cerca de 50 mil produtos. Os clubes e a CBF avaliam que esses artigos poderiam causar um prejuízo de cerca de R$ 7,5 milhões para eles em virtude de deixarem de comercializar e de recolher os direitos inerentes a essa comercialização. Encontramos peças de vestuário, especialmente camisetas, patches com símbolos de clubes de futebol e algumas telas para confecção de camisetas", afirmou o delegado Wagner Carrasco.
Ricardo Magno Bianchini da Silva, superintendente jurídico do Corinthians e representante do clube, falou sobre a ação.
"A importância dessa ação é que, na situação em que alguns times estão hoje, Flamengo, em finais, Corinthians, na final da Copa do Brasil, Palmeiras, à beira de um campeonato vitorioso (Brasileirão), CBF, às vésperas de uma Copa do Mundo, a gente sabe que a produção desses produtos piratas aumentam. Muita coisa foi apreendida", disse Ricardo Magno Bianchini da Silva, do escritório Bianchini Sociedade de Advogados, ao UOL.

Diversos produtos foram apreendidos pela Polícia Civil
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De acordo com publicação, seis pessoas ligadas às fábricas em que foram localizados os materiais responderão a inquérito por crime contra propriedade imaterial.