Desculpe discordar (espero que não seja negativado por isso) mas é um sistema caríssimo que não resolve o problema dos cambistas já que eles repassam ingressos ao portador, sem identidade, portanto não teria como fazer reconhecimento facial. A pergunta que não quer calar é como existem estes ingressos ao portador (me parece que são ingressos que são distribuídos internamente no clube para conselheiros).
O caso de ingressos duplicados acontece porque se permite que associados FT passem nas catracas utilizando ingressos impressos ao invés de ter que utilizar seu cartão individual. Sou associado FT e só utilizo meu cartão magnético para entrar e, espero, não passar pelo sufoco relatado.
A solução mais simples e, muito mais viável sem gastar o que não se tem, é recriar as barreiras que existiam na pandemia (para verificar o cartão de vacina onde era preciso apresentar a identidade). Ou seja, basta checar os ingressos impressos com a identidade bem antes das catracas e isso já evitaria a utilização de ingressos impressos por terceiros e mesmo os cartões magnéticos. Logicamente, só resolveria o problema de ingressos ao portador se a fiscalização tiver a orientação para bloquear (do contrário, o problema de cambistas vai persistir).