A questão é que quando se quer alguém para algum cargo não se pode avaliar somente se você gosta ou não do fulano, mas sim se o fulano tem capacidade política de fazer alguma coisa. Torcedor (e eleitor por extensão) é bem emocionado em achar que basta colocar um mané lá que ele vai fazer acontecer. A cadeira de cargos eletivos queima. Se não tiver pele e traquejo é pior que um cara ruim. Quando a torcida ficou lambendo o Augusto Melo, já tinha muita gente dizendo que ele seria incapaz de tocar porque ele não tinha um grupo capaz de articular a política interna do clube ou dinheiro (como foram os presidentes do Palmeiras) para impor a vontade.