Renan V.k
A teoria que você explicou é ótima... Um manual de boas práticas financeiras... O problema é que estamos falando do Corinthians, e não vive na teoria, Reduzir custos para depois considerar um empréstimo de 100 milhões não muda a essência do problema é giro de dívida com maquiagem.
Dizer que ‘não entra tudo no balanço de uma vez’ é só uma forma sofisticada de falar que a bomba é parcelada.
A verdade é simples: não adianta reduzir custos se o modelo de gestão continua criando novas dívidas para apagar incêndios antigos.
em Notícia > Comentário de Johnny no Meu Timão
Em resposta ao comentário:
Sério isso? Vamos la, digamos que pegue os 100 mi de empréstimo, vai depender da tx de juros e como vão utilizar o dinheiro (a maior parte para pagar o trabsferban) os juros é maior e impede o clube de contratar, beleza, os 100 milhões, não entra de uma vez no balanço, afinal o pagamento é parcelado. Nas finanças é preciso sempre baratear suas dividas, buscar novas fontes de renda e redução de custos diversos. Essa é a lição básica.