Leonardo Gomes
Então leia o artigo cientifico abaixo meu amigo, eu não disse que isso foi a causa principal...
ResultadosVinte estudos foram incluídos, nos quais quatro tipos de tarefas unipodais foram examinados: o salto vertical com queda em uma perna, a aterrissagem com queda em uma perna, o salto em distância com uma perna e o corte lateral. A fadiga pareceu afetar principalmente o contato inicial (ângulos reduzidos após a fadiga) e o pico (ângulos aumentados após a fadiga) da flexão do quadril e do joelho. As variáveis? Do plano sagital no contato inicial foram mais afetadas nas condições de salto em distância com uma perna e corte lateral, enquanto os ângulos de pico foram afetados durante o salto com queda em uma perna.
ConclusõesO treinamento para resistir à fadiga é um aspecto subestimado dos programas de prevenção, visto que a presença de fadiga pode desempenhar um papel crucial na ocorrência de uma lesão do LCA. Considerando o pequeno número de variáveis? Afetadas após a fadiga, surge a questão de saber se as mesmas vias de fadiga são afetadas pelos protocolos de fadiga utilizados nos estudos laboratoriais incluídos, tal como ocorre no campo esportivo.
em Notícia > Comentário de Roberto no Meu Timão
Em resposta ao comentário:
Isso tem nada a ver com desgaste, ele torceu o Joelho ao cruzar pra área, foi uma fatalidade e não problema de DM.