Meu Timão apoia essa palhaçada...

Estou a meia hora tentando criar um tópico sobre reeustruturação do Corinthians e simplesmente o tópico é apagado de forma automatica. Ou seja, existe uma ia que impede que algumas palavras sejam publicadas.

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    Allan #7.091

    CORINTHIANS S.A.: Do Clube do Povo à Potência Global
    Um plano estratégico de corte, crescimento e transformação para tornar o Sport Club Corinthians Paulista uma marca multinacional, lucrativa e imbatível.
    1. CORTE DE GASTOS SEM RETORNO (EFICIÊNCIA RADICAL)
    Aqui, a lógica é 'cada real investido precisa ter retorno esportivo, de imagem ou financeiro'.

    ? Cortes imediatos:
    Futebol feminino e futsal: congelar ou reestruturar como centros de mídia e formação técnica barata. Se não há retorno financeiro nem de marca, é vaidade.

    Base abaixo do sub-15: trocar por peneiras itinerantes. Custo reduzido, alcance nacional, e reconexão com o torcedor das quebradas.

    Cortar esportes deficitários: foco 100% no futebol profissional. O resto só entra se bancar sua própria existência via patrocínio.

    ? Limpeza administrativa:
    Auditoria completa de funcionários improdutivos ou indicados politicamente.

    Criação de uma 'Certificação Corinthians': só entra ou permanece profissional que passe por uma validação técnica e de performance.

    ? Venda de ativos não estratégicos:
    Imóveis, estruturas, contratos... Tudo que não gera receita ou consome energia da gestão deve ser vendido ou repassado.

    Jogadores que não têm valor técnico ou comercial = ativo passivo. Vende ou troca por talentos com perfil tático necessário.


    2. OTIMIZAÇÃO DAS LINHAS DE RECEITA (POTENCIAL MAL EXPLORADO)
    ? Patrocinador Master:
    Reposicionar o Corinthians como 'a maior vitrine do Brasil popular'. Ideal para fintechs, empresas de mobilidade, grandes bancos digitais ou até empresas chinesas querendo entrar no Brasil.

    Cota de patrocínio segmentada: uniforme, treino, conteúdo, digital... Vender espaços diferentes com valores diferentes.

    ? Naming Rights do estádio:
    Criar storytelling forte: “O templo do povo”. Vender para uma marca que entenda o valor simbólico e emocional de se associar ao Corinthians.

    Pode incluir naming rights “por partes”: setor das arquibancadas, camarotes, vestiário, túnel de acesso etc.

    ? Fiel Torcedor turbinado:
    Sistema de pontos, cashback e gamificação.

    Benefícios: descontos reais, produtos exclusivos, ingressos, acesso a bastidores e até voto consultivo em decisões do clube (app).

    Criação de planos com status social: Fiel Bronze, Prata, Ouro, Diamante, Lenda.

    ? Venda de licenciados:
    Aumentar controle de produção, vender mais direto ao consumidor (D2C).

    Criar linha de produtos por temporada: edições limitadas, colaborações com marcas populares (Havaianas, Centauro, Reserva).

    Loja online internacional (com frete e moeda local), especialmente para EUA, Japão, Itália e Bolívia — onde há grande colônia corintiana.


    3. NOVAS FONTES DE RECEITA (ESCALABILIDADE GLOBAL)
    ? Licenciamento internacional + amistosos:
    Corinthians Tour: pré-temporada em países com grande população latina (EUA, México, Japão). Amistosos como produto de mídia + venda de camisas.

    Licenciar Corinthians no exterior: academias, cafés temáticos, escolas de futebol.

    ? Brinquedos, jogos e colecionáveis:
    Linha kids: bonecos dos ídolos, quebra-cabeças da Arena, joguinhos mobile.

    Parcerias com PlayStation e Xbox para skins exclusivas ou modos com o clube.

    ? Parcerias pontuais:
    Com empresas nacionais que querem se popularizar e internacionais querendo entrar no Brasil. Exemplo: Corinthians + Xiaomi / Corinthians + Shopee.

    Pode incluir collabs para produtos temáticos ou patrocínios a jogos/eventos.

    ? Conteúdo como produto:
    Reality show da base ('Craque do Povo'), bastidores da diretoria, série com ídolos, podcast com ex-jogadores.

    Vender para Amazon, Netflix ou Globoplay. Conteúdo virou mídia — e mídia virou negócio.

    ? Marca de luxo:
    'Corinthians Select': collabs com estilistas brasileiros (Alexandre Herchcovitch, Osklen, Reserva).

    Edição limitada, hype controlado. Algo que transforma camisa de futebol em item fashion urbano.

    ? Superapp do Fiel:
    Integra: ingresso, voto, notícias, loja, streaming e interação.

    Permitir enquetes, decisões votadas por torcedores ativos, comunicação oficial, clube em tempo real.


    4. TRANSFORMAÇÃO ESTRUTURAL E CULTURAL
    ? Profissionalização definitiva:
    Criar um 'Conselho Empresarial Corintiano' com grandes nomes do mercado para blindar decisões técnicas.

    CEOs, CMOs, gestores de marcas e investidores ajudam a definir plano de crescimento.

    ? Pensar como franquia:
    Modelo estilo NBA: entretenimento + performance + presença cultural.

    Ter o Corinthians como marca que vende cultura, música, comida e orgulho.

    ? Criar a Universidade Corinthians:
    Escola de formação técnica, gestão esportiva e comunicação com foco no futebol popular.

    Pode formar profissionais para o clube e ainda vender educação de marca.

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    Gabriel #222

    O Corinthians apoia feminismo, homossexualismo, tudo que é parada esquisita esse clube apoia, ' é o time do povo '.

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