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@pagani29 Apoiador em 23/10/2025 às 18:32
Me permitirei discordar dos dois pontos apresentados. O primeiro é mais especulativo, por assim dizer. Embora tenha bons motivos para ser formulada a afirmação de que 'não será possível' captar o dinheiro necessário ela deve ser posta à prova para termos certeza de que é verdadeira. E claro que não se trata de 'pequenas cotas emocionais'. A previsão é de arrecadar - o valor não foi ainda anunciado - em três hipóteses. A primeira e a segunda numa oferta de ações com direito de voto para pequenos e, médio e grandes investidores corinthianos e na terceira, ações sem direito a voto, para qualquer investidor. Já o segundo ponto apresentado parece ter como pressuposto que toda decisão dependerá de uma assembleia de acionistas para ser aprovada! Mesmo que venha com a qualificação de 'decisão importante'; isso não procede. Evidente que a votação será para a escolha dos membros qualificados dos conselhos que dirigirão a empresa. E se a decisão por ventura merecer uma votação pelo grau de importância, (teríamos que ler o estatuto da empresa para ver se isso tem alguma previsão) é evidente que demandará mesmo algum tempo para ser tomada. Então acho os dois pontos equivocados embora mereçam resposta.
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@bruno.sena7 em 24/10/2025 às 16:52
Precisa estudar um pouco mais o assunto.. O Corinthians nunca terá um dono, que não sua torcida #SAFIEL
@marcelo1968 em 23/10/2025 às 18:45
Análise errada nos dois pontos, a estimativa de arrecadação já superou 1 bilhão e 500 milhões e a tomada de decisão será rápida no Conselho de Administração com 5 membros recrutados entre executivos top de mercado e com netas definidas, não cumpriu é rua!
@henrique.garcia5 em 23/10/2025 às 18:27
Por que você acha que não atingirá a cota? Eu acho que sim, vai.
Muito corinthiano deixou de doar pra vaquinha, falou que faria tendo retorno financeiro.
@maciel.sccp em 23/10/2025 às 18:23
Cara não sei se você se aprofundou na proposta mas, eu assisti uma entrevista de 1 horas e meia onde os responsáveis explicam esses pontos que você mencionou.
Como analogia, nosso modelo atual parece com regime presidencial e o modelo propósito parece com regime parlamentar onde a gestão é feita por representantes eleitos pela torcida.
As tomadas de decisões não são diretas pela torcida, mas por representantes eleitos por ela.