Morraammm de INVEJA...kkkkkk
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Belo bolo carol!
Parabéns carol, corinthiana é sempre espeçial..
Carol me mnde um pedaço, por favor...
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O mana Carol, eu fiz uma burrada aqui na minha máquina, e acabou saindo um texto imaginário, sem acabamento, e talvês você cconsidere sem cabimento, mas era uma pura brincadeira de imaginação, pois sabemos que isso não tem o menor sentido. Fui fazer a brincadeira e acabou caindo no comentário. Não fique zangada não, por favor, pois eu até nem acabei o texto... E ele foi estranhamente repetido três vezes.
Brincadeirinha mana Carol. Mas na minha cabeça o fim era interessante e cômico, mas já que foi, foi, vou fazer o quê.
Que bela, formaríamos uma boa dupla. Bem no início dos anos 70, ficaríamos contemplando o por do sol naquele mirante do 'banhado', fumando unzinho (era moda), e em seguida iríamos para o meu recanto, lá na rua Sebastião Humel, depois da Sete de setembro, e tomaríamos uns drinks, ao som de Pink Floyd, Jhetro Tull, Yes, Emerson, Lake and Palmer, os nossos Caetano, Elis, Chico, Jobim, e um pouco de Bach, Debussy e Chopin.
Quando na oportunidade de estarmos ouvindo 'clair de lune' de Debussy, os nossos seres juntinhos, prestando atenção no dedilhado do piano, imaginado os nossos dedos explorando os lugares mais sensíveis, como teclas do piano...
E quando ouvíssimos tristesse de Chopin, os nossos dedos já não mais dedilhavam as teclas de nossos corpos com delicadeza, e sim com a firmeza da possessão, nossas mãos já sem ritmo harmônico, tocando em cada parte do corpo, de forma desconexa, nos sentindo figuras únicas embalados ao fervor da paixão incontrolável...
Daí, toca a campainha, é a visinha do lado que reclama do cheiro de queimado do café que esquecemos no fogão de duas bocas, que era o único objeto que
Que bela, formaríamos uma boa dupla. Bem no início dos anos 70, ficaríamos contemplando o por do sol naquele mirante do 'banhado', fumando unzinho (era moda), e em seguida iríamos para o meu recanto, lá na rua Sebastião Humel, depois da Sete de setembro, e tomaríamos uns drinks, ao som de Pink Floyd, Jhetro Tull, Yes, Emerson, Lake and Palmer, os nossos Caetano, Elis, Chico, Jobim, e um pouco de Bach, Debussy e Chopin.
Quando na oportunidade de estarmos ouvindo 'clair de lune' de Debussy, os nossos seres juntinhos, prestando atenção no dedilhado do piano, imaginado os nossos dedos explorando os lugares mais sensíveis, como teclas do piano...
E quando ouvíssimos tristesse de Chopin, os nossos dedos já não mais dedilhavam as teclas de nossos corpos com delicadeza, e sim com a firmeza da possessão, nossas mãos já sem ritmo harmônico, tocando em cada parte do corpo, de forma desconexa, nos sentindo figuras únicas embalados ao fervor da paixão incontrolável...
Daí, toca a campainha, é a visinha do lado que reclama do cheiro de queimado do café que esquecemos no fogão de duas bocas, que era o único objeto que