Olhem o nível dos Políticos este País...É pra rir ou chorar

Fórum do Corinthians
Tópico Lendário Entenda as regras

Walter #183 @walter.magal em 18/04/2016 às 12:28

Sei que aqui é para falarmos do Timão, mas além de corinthianos somos brasileiros também.

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Fabinho Sccp #94 @fabinhosccp em 18/04/2016 às 13:29

Isso é fichinha, mas fichinha mesmo se comparada à presidência da Câmara dos Deputados pelo Eduardo Cunha.

O processo de impeachment do jeito que está sendo e por quem está sendo conduzido, não é digno de confiança.

O certo mesmo é a presidenta pedir renúncia, convocar novas eleições e o povo eleger algum candidato sem os tão conhecidos vícios políticos brasileiro, numa situação bem hipotética e rara, mas não custa sonhar.

Últimas respostas

Freddy Krueger "mito" #3 @kruege em 21/04/2016 às 19:11

Tá pagando até além da conta!

Fabinho #94 @fabinhosccp em 21/04/2016 às 17:07

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O povo já tá pagando...

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Fabinho Sccp #94 @fabinhosccp em 21/04/2016 às 17:07

O povo já tá pagando...

Freddy #3 @kruege em 20/04/2016 às 19:24

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No final quem paga o pato é o povo!

Freddy Krueger "mito" #3 @kruege em 20/04/2016 às 19:24

No final quem paga o pato é o povo!

Fabinho #94 @fabinhosccp em 20/04/2016 às 06:56

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Quem entra? Sinceramente não sei caro Fredy...

Mas fato é que Patilda não consegue mais governar e se não acontecer alguma mudança drástica, nosso pais será pior do que qualquer pesadelo que em o senhor esteja presente.

Abçs...

Fabinho Sccp #94 @fabinhosccp em 20/04/2016 às 07:01

Concordo que podem ser alicerces de um início de mudança. Concordo ainda mais com o conceito da grande maioria dos políticos brasileiros

Mas, trata-se de tema a ser abordado mais especificamente em fórum adequado, porque apesar da situação dramática que vive nosso pais, eu entro nesse fórum do Meu Timão para rir e relaxar, lendo e debatendo com os irmãos corinthianos sobre futebol e Corinthians.

Vivo efeitos da crise no meu dia a dia, só foi um desabafo de um brasileiro indignado e preocupadíssimo. Pra mim já deu, pelo menos nesse espaço.

Abçs...

Paulo #44 @paulo.52 em 19/04/2016 às 19:28

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Fabinho, seria ótimo se tivéssemos uma maioria de políticos honestos. Infelizmente, não é o caso e isso não vai mudar tão cedo. Exatamente por esse diagnóstico inexorável é que o PT, desde as 1ªs grandes Prefeituras que conquistou nas urnas, se especializou em aliciar parlamentares com dinheiro vivo, quando, até então, na práxis tradicional da centro-direita brasileira, a troca de votos e apoio político se dava em troca de cargos. Daí os casos trágicos de Campinas e Santo André e a organização do maior esquema de corrupção parlamentar do mundo. Por isso, precisamos adotar o Parlamentarismo. Não que seja uma garantia absoluta contra a corrupção, mas tende a reduzi-la substancialmente. Voto facultativo, parlamentarismo e financiamento público de campanha (tornando crime inafiançável o financiamento privado): eis os alicerces sobre os quais deve ser amparada a nova política brasileira.

Fabinho Sccp #94 @fabinhosccp em 20/04/2016 às 06:56

Quem entra? Sinceramente não sei caro Fredy...

Mas fato é que Patilda não consegue mais governar e se não acontecer alguma mudança drástica, nosso pais será pior do que qualquer pesadelo que em o senhor esteja presente.

Abçs...

Freddy #3 @kruege em 19/04/2016 às 19:20

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Entra quem no lugar?

Não tem pra onde correr.

Todos são politicos obscuros!

Luis Carlos #1.808 @luis.carlos17 em 19/04/2016 às 20:30

Concordo perfeitamente...

Um cara como Eduardo cunha que já era para tá preso, não tem como confiar...

Nem no Michel temer...

Sai uma que não sabe administra e entra dois ladrões que nível que se encontra nossa política...

Fabinho #94 @fabinhosccp em 18/04/2016 às 13:29

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Isso é fichinha, mas fichinha mesmo se comparada à presidência da Câmara dos Deputados pelo Eduardo Cunha.

O processo de impeachment do jeito que está sendo e por quem está sendo conduzido, não é digno de confiança.

O certo mesmo é a presidenta pedir renúncia, convocar novas eleições e o povo eleger algum candidato sem os tão conhecidos vícios políticos brasileiro, numa situação bem hipotética e rara, mas não custa sonhar.

Heptasemfax O Primeiro #48 @anderson.kullowisky. em 19/04/2016 às 20:22

513 deputados ladrões + 84 senadores ladrões + 1 presidenta ladra + 1 vice presidente ladrão!

Não vamos nos esquecer de um ex presidente ladrão!

Uma lástima

Baltazar Oswaldo Silva #12 @baltazar.1954 em 19/04/2016 às 20:19

A maioria usou o voto como palanque, primeiro que o tempo era para ser 10 segundos, segundo que a maioria usou fundamentação nada a ver.

Eduardo L. #5.092 @eduardoluna em 19/04/2016 às 20:00

Na votação

  • Todos eram pais de família
  • Ninguém cuspiu na cara de ninguém
  • Não usaram 'Deus' em cada frase
  • Ninguém homenageou Brilhante Ustra
  • Todos eram honestos.



Paulo Paulo Paulo #44 @paulo.52 em 19/04/2016 às 19:28

Fabinho, seria ótimo se tivéssemos uma maioria de políticos honestos. Infelizmente, não é o caso e isso não vai mudar tão cedo. Exatamente por esse diagnóstico inexorável é que o PT, desde as 1ªs grandes Prefeituras que conquistou nas urnas, se especializou em aliciar parlamentares com dinheiro vivo, quando, até então, na práxis tradicional da centro-direita brasileira, a troca de votos e apoio político se dava em troca de cargos. Daí os casos trágicos de Campinas e Santo André e a organização do maior esquema de corrupção parlamentar do mundo. Por isso, precisamos adotar o Parlamentarismo. Não que seja uma garantia absoluta contra a corrupção, mas tende a reduzi-la substancialmente. Voto facultativo, parlamentarismo e financiamento público de campanha (tornando crime inafiançável o financiamento privado): eis os alicerces sobre os quais deve ser amparada a nova política brasileira.

Fabinho #94 @fabinhosccp em 18/04/2016 às 13:29

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Isso é fichinha, mas fichinha mesmo se comparada à presidência da Câmara dos Deputados pelo Eduardo Cunha.

O processo de impeachment do jeito que está sendo e por quem está sendo conduzido, não é digno de confiança.

O certo mesmo é a presidenta pedir renúncia, convocar novas eleições e o povo eleger algum candidato sem os tão conhecidos vícios políticos brasileiro, numa situação bem hipotética e rara, mas não custa sonhar.