Vou fazer alguns post sobre técnicos estrangeiros e falarei brevemente como eles jogam e no fim terá uma enquete para saber se vocês acham que enquadraria no estilo jogo do Corinthians, pois sabemos que essa diretoria as vezes nos escuta quando reclamamos! Quem sabe se não pedirmos o técnico certo não entramos em outra furada como o estagiário, Jair, Cristóvão Borges e entre outros.
Palavras do Jornalista argentino do site 'Azul y Oro', ligado ao Boca, Martin Lemos falou sobre as características do técnico. (GE)
– Ele sempre manifestava que queria uma equipe do Boca intensa e que, para isso, necessitava treinar intenso. Gosta de equipes ofensivas, que joguem no campo rival, que tenham a iniciativa, que pressionem alto. Foi modificando muito seu trabalho no Boca pelos jogadores que teve. Começou com Peruzzi e Fabra, dois laterais que atacavam e Boca fazia três ou quatro gols por jogo, depois foi sendo mais equilibrado. Na final da Libertadores com River, ele tentou outra coisa, mas na maioria dos jogos sempre tentou ser superior ao rival, com quarto defensor adiantado, de atacar sempre, de propor o jogo com bom toque, boa associação, ataques diretos, ter uma equipe dinâmica.
– Não promoveu muitos jovens da base, pois não tinham muitos para promover, mas deu continuidade a dois: Bentancur, que hoje está na Juventus, e Leonardo Balerdi, que hoje está no Olympique de Marseille. É um treinador que em matéria de reforços, não é de reclamar do que tem, mas gosta de pedir chegadas pontuais. É um cara que trabalha muito e, se tem um aspecto negativo, é que custa relacionar com os experientes. No Boca se relacionava bem com Fernando Gago, mas com Tevez teve idas e voltas. Tem um tipo de confronto, é um líder, prefere que as críticas recaiam sobre ele.
– Foi bicampeão com Boca, esteve muito tempo sendo líder, Boca defendia em bloco, todos juntos, mas preferia atacar, deixava espaço, por isso dizia que os defensores tinham de jogar mano a mano, com centrais adiantados, com laterais que vão, depois foi mudando, mas sua ideia é de equipe ofensiva, sempre jogando pelos lados, para ele é muito importante, ele apostava muito neste jogo – finalizou.
VEJA OS NÚMEROS DE SCHELOTTO COMO TREINADOR
2012–2015 - Lanús - 159 jogos, 71 vitórias, 49 empates e 39 derrotas. 2016 - Palermo - Dois jogos, uma vitória e uma derrota 2016–2018 - Boca Juniors - 107 jogos, 58 vitórias, 29 empates e 20 derrotas 2019–2020 - L. A. Galaxy - 59 jogos, 24 vitórias, seis empates e 29 derrotas.
Títulos 2 campeonatos argentinos 1 sul-americana
Vice campeão da Libertadores, perdendo para o River na final!
Todos nós sabemos que o futebol é uma caixinha de surpresas, Tiago Nunes foi muito bem no Atlético e no Corinthians não fez nada e nem no Grêmio, o estágio pode começar a escalar certo e acertar o time e se um novo Klopp, esse técnico foi bem no boca e foi um mediano no Los Angeles Galaxy! Não acompanho a MLS, então não posso apontar se a 7 colocação dele lá foi boa ou ruim. Mas e vocês, o que ACHAM dele em futuro próximo?! (Talvez, próximo até demais!)
A expectativa atrelada a esses técnicos gringos da moda é um futebol moderno e eficiente, mas na prática, salvo raríssimas exceções, são boicotados sem o menor escrúpulo pela boleirada preguiçosa e sem comprometimento que impera no futebol brasileiro, Silvinho caindo, tem que trazer um Dorival da vida pra apagar o incêndio, assim como Mancini fez.
Num futuro que espero que não seja tão distante, quando tivermos melhor condição financeira e livres de certos medalhões que se julgam donos do clube, aí poderemos fazer um planejamento mais ousado, por enquanto não tem muita perspectiva.
Ele é um treinador que a proposta do Corinthians é time mais fechado, que busca o contra-ataque e toque de bola, não é aquele técnico que se expõe ao ataque, quem assistia o boca em 2018, sabe bem, ele lembra o Carille não comparando ambos tá bom, kkkk mas é um treinador que eu traria sem sobra de dúvidas