O porque que não deveria Intercontinental ser considerado Mundial
Passado todo o funduço inicial por essa decisão equivocada da Fifa trago aqui meu ponto de vista sem traços clubistas, apenas racionais.
Bom, o simples fato de se equivaler um campeonato a outro nos faz pensar, e o que houve antes disso? É tão quanto válido o meu também? Explico, no caso em questão a referida federação equiparou o seu, de certa forma recentemente fundado, Campeonato Mundial Interclubes, o qual ocorreu em 2000 sua primeira edição, com a Copa Toyota Intercontinental, que teve sua primeira edição, salvo engano, em 1961.
Pois bem, diante o fato, que demanda grande relevância e fora apenas alvo de uma simples reunião, algo incompatível com essa importância, ou seja, não fora aclamado o porque da decisão, esse em uma análise mais profunda abre diversos precedentes os quais irei apresentar.
Primeiramente, equiparou sem fundamentos claros os títulos referidos, nos trazendo a seguinte questão, já que não há critério o meu vale também, permitindo até mesmo que um simples torneio de clubes internacionais se equipare ao principal torneio de clubes da entidade, de modo que desvalorizou fatalmente o seu produto.
Tal interpretação equivocada permite que seja até mesmo considerado o nefasto título da Copa Rio de 1951 do Palmeiras, mediante a simples alegação, como não há critério, basta um mesmo me entender como campeão mundial a Copa Rio também deve ser considerada, na minha opinião uma decisão nesse sentido desmoralizaria por completo a já desmoralizada federação.
No caso referido pode gerar uma espécie de 'máquina do reconhecimento', permindo que a questione casos anteriores a data de 1961, e até mesmo permitir que times dos outros continentes que não participavam da Copa Toyota, solicitarem o reconhecimento dos títulos intercontinentais que esses possuem, gerando a eventual ridícula marca de 3,4 campeões mundiais no mesmo ano, seria um total discredito.
Creio que a entidade em função de pura politicagem, não analisou os reflexos que poderá resultar essa decisão de supetão.
Portanto na minha opinião deve-se considerar cada título em consonância com seu valor à época, e isso não é medido por nomenclatura e sim por valor sentimental da conquista, como a 50 anos atrás a enorme importância que tinha o campeonato estadual, então o passado deve ser considerado e venerado, mas jamais deve ser colocado em conformidade com a realidade atual, o mundo é mutante e o futebol mais ainda, o que hoje tem peso A, amanhã terá peso B e assim subsequentemente.
Agora com um visão um tanto mais clubista, nota-se que essa espécie de discussão nasceu somente depois do Corinthians em 2012 conquistar o mundo, o que deixa claro esse o sentimento mesquinho e invejoso da comunidade anti que beira ao ridículo e nos faz refletir mais ainda na grandeza do Timão, a grandeza de um clube não se mede ao com títulos e sim com a representatividade que esse tem perante os demais.
É ou não é o maior da América?
Vai Corinthians!
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