Sede do Corinthians tem parte de seu valor penhorado por dívidas

Sede do Corinthians tem parte de seu valor penhorado por dívidas

Por Meu Timão

Corinthians, presidido por Mário Gobbi, tem grande parte de seu patrimônio penhorado

Corinthians, presidido por Mário Gobbi, tem grande parte de seu patrimônio penhorado

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians realizou um estudo no ano passado que apresenta dados, no mínimo, preocupantes. Cerca de 20% de toda a sede social do clube, incluindo as instalações do Parque São Jorge, estão penhorados por dívidas fiscais.

A ESPN Brasil divulgou que, as dívidas atuais do clube, sejam fiscais ou de hipoteca para a construção da Arena, quase igualam em números o valor de todo o Parque São Jorge. São R$ 150 milhões só em penhoras.

A reportagem fez um levantamento para verificar a situação da sede do Timão, que tem área de 158 mil m². O valor total do espaço do terreno e as construções do Parque São Jorge possuem um valor acima dos R$ 700 milhões, mas 1/5 do valor está penhorado por dívidas.

- Algumas das matrículas foram dadas para a garantia da certidão referente à dívida geral. Existiam vários processos tributários, execuções fiscais, agora entramos no Reffis, então isso tudo em breve deve ficar regularizado - disse Luiz Alberto Bussab, diretor jurídico do clube, para a ESPN Brasil.

Esses valores são referentes a obrigações não quitadas com a prefeitura, Banco Central e a Fazenda Nacional.

Entre elas, estão os impostos não pagos durante a gestão de Andrés Sanchez. Somado, o Parque São Jorge tem mais de R$ 140 milhões penhorados. Parte das dívidas fiscais com a prefeitura estão sendo quitadas por PPI (Programa de Parcelamento Incentivado).

Outra parte das dívidas do Timão são referentes à Caixa Econômica Federal para garantia de obrigação de R$ 177.600,00 por um contrato de financiamento mediante repasse contratado com o BNDES Para isso, foi dado como garantia uma parte do Parque São Jorge que vale, em leilão público, R$ 222 milhões.

O imóvel foi oferecido por acordo com a Caixa para que fosse viabilizado um empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES para construção da Arena, que será pago em 16 parcelas mensais a partir do dia 15/07/2015, com taxa de 3,4% ao ano.

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