'Caso Fifa' pode prejudicar o Corinthians; saiba como

'Caso Fifa' pode prejudicar o Corinthians; saiba como

Por Meu Timão

José Maria Marin foi um dos detidos no escandâlo Fifa, que pode prejudicar o Timão agora

José Maria Marin foi um dos detidos no escandâlo Fifa, que pode prejudicar o Timão agora

Foto: Divulgação

O escândalo de corrupção na Fifa que estourou nesta semana, na Suíça, pode prejudicar os planos do Corinthians para arrumar a casa na parte financeira. A preocupação da diretoria alvinegra acontece por causa do envolvimento da Nike e da venda de direitos de transmissão de jogos que aparecem nas investigações.

As cotas de TV e de patrocínios estão entre as principais rendas usadas pelo Corinthians para antecipar receitas. Algo que está sendo trabalhado pela diretoria há meses. Com o caso na Fifa, o temor é que os bancos e fundos de investimentos não aceitem mais esses contratos como garantia para empréstimos.

“Trabalhei em banco, então sei que banqueiro oferece o guarda-chuva em dia de sol. Na chuva é mais difícil de ele oferecer. Com essa investigação, os bancos vão ficar mais atentos, não há dúvidas de que agora será mais difícil conseguir (antecipar receitas dos contratos da Nike e das transmissões de jogos)", explicou Emerson Piovezan, diretor financeiro do Corinthians, ao Blog do Perrone.

O principal receio é com a Nike. A patrocinadora do Timão também está envolvida nas investigações por causa do contrato de patrocínio com a Confederação Brasileira de Futebol. As instituições financeiras podem vetar os empréstimos por medo de que futuras decisões da Justiça em relação ao escândalo afetem os contratos.

“Estamos conversando com várias instituições para levantar esse dinheiro. Até agora ninguém me disse que não quer mais aceitar essas garantias, mas sei que eles vão analisar os desdobramentos das investigações”, alertou Piovezan.

A diretoria alvinegra está tentando levantar cerca de R$ 15 milhões, usando os contratos com Nike e Globo como garantia, para quitar todas as dívidas com o elenco, referente aos direitos de imagem e premiações atrasados. Neste caso, a instituição financeira adianta os valores que seriam recebidos por contrato e lucra com os juros.

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