Dracena comenta goleada e diz que jogo era 'final' para time reserva

Dracena comenta goleada e diz que jogo era 'final' para time reserva

Por Meu Timão

Com equipe mista, Corinthians massacrou o São Paulo na Arena e fechou o ano do título com 'chave de ouro'

Com equipe mista, Corinthians massacrou o São Paulo na Arena e fechou o ano do título com 'chave de ouro'

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

A goleada por 6 a 1 do Corinthians sobre o São Paulo, no último domingo, ficará eternizada na história do clássico Majestoso. Autor de um dos gols alvinegros, o zagueiro Edu Dracena foi sincero e reconheceu que não esperava uma vitória com placar tão elástico – com o título assegurado, o Timão entrou em campo sem pressão, enquanto o rival do Morumbi ainda sonha com a classificação para a Libertadores.

“Lógico que ninguém imaginava uma goleada como foi ontem (domingo), mas acho que temos que ressaltar o trabalho ao longo da temporada. Não começamos tão bem como gostaríamos, no Paulista e na Libertadores, mas acabamos o ano de uma maneira digna, com um título, de repente, batendo o recorde de pontos corridos do campeonato”, afirmou Edu Dracena à ESPN Brasil.

Preterido por Gil e Felipe, Dracena ocupou o banco de reservas na maior parte do Brasileirão. Contudo, após o empate em 1 a 1 com o Vasco, na última quinta-feira, o técnico Tite decidiu poupar oito jogadores considerados titulares. A decisão fez com que o zagueiro ganhasse uma chance de mostrar seu futebol logo no confronto com o São Paulo.

“No sábado, o Tite já tinha conversado com três jogadores: eu, Rodriguinho e Bruno, que iríamos jogar no lugar dos jogadores da Seleção. Mas no domingo de manhã, na preleção, que foi passado quem ia jogar, o time titular. Então pegou a maioria de surpresa, ele preservou alguns jogadores que vinham de desgaste, conversaram com os atletas, com a comissão técnica e viram que esses jogadores poderiam ter algum tipo de problema”, revelou.

Além do beque, outros quatro atletas balançaram a rede do rival paulista: Bruno Henrique, Ángel Romero, Lucca e Cristian – o paraguaio marcou dois gols e ainda sofreu um pênalti do lateral Reinaldo. Já o camisa 16, escolhido para substituir o meia Rodriguinho na etapa complementar, foi o responsável pela cobrança e não desperdiçou.

“É como a gente fala: o grupo é privilegiado quando você tem essa oportunidade de estar escalando esses jogadores. Para nós jogadores que não atuaram muito este ano, era final de campeonato. Ainda mais se tratando de um clássico. Então, já que a gente tava tendo essa oportunidade, tínhamos que fazer o nosso melhor e isso aconteceu”, concluiu.

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