Gabriel Vasconcelos fala de expectativa por clássico e estreia com Fiel na Arena

Gabriel Vasconcelos fala de expectativa por clássico e estreia com Fiel na Arena

Vasconcelos é o artilheiro do Timão no Paulista Sub-20, com 15 gols

Vasconcelos é o artilheiro do Timão no Paulista Sub-20, com 15 gols

Foto: Rodrigo Coca / Agência Corinthians

O Corinthians vai disputar a decisão do Campeonato Paulista Sub-20 dentro da Arena em Itaquera, diante da presença da Fiel. Um dos principais destaque do time é o atacante Gabriel Vasconcelos.

Vice-artilheiro do Paulistão, com 15 gols marcados, o atacante falou com exclusividade ao MEU TIMÃO sobre a expectativa de poder ganhar o primeiro título da história do Corinthians jogando dentro da Arena. O elenco profissional conquistou o Brasileirão em São Januário.

Já conhecido pela Fiel, principalmente por ter imitado o famoso gesto de Cristian, em janeiro na Copinha, ao marcar contra o São Paulo, Gabriel é um dos nomes mais pedidos entre os profissionais. O atacante, de 19 anos, garante que está pronto para assumir essa responsabilidade e falou da relação que tem com o técnico Tite, além, claro, do famoso gesto - que pode ser repetido um dia, segundo ele.

Confira a entrevista exclusiva do MEU TIMÃO com Gabriel Vasconcelos

Vocês já se deram conta que podem ser o primeiro time a conquistar um título jogando dentro da Arena Corinthians?

A expectativa é muito grande, todos aqui ficamos felizes quando a diretoria e a nossa comissão falaram que o jogo iria ser na Arena Corinthians. Todos ficaram meio assustados e ansiosos quando soubemos que somos a primeira categoria (sem ser o profissional) a jogar na Arena. Então é uma responsabilidade muito grande, mas nós temos toda a capacidade do mundo para fazer um bom segundo jogo e também conquistar o primeiro título na nossa Arena. E no futuro falarmos para nossos filhos que somos os primeiros a ganhar um título na Arena.

Vocês foram campeões em janeiro diante da Fiel no Pacaembu. Agora é diferente. É dentro da Arena. Como está a cabeça de vocês para o jogo?

No começo do ano nós tivemos um grande momento no Pacaembu, que por muitos anos foi a casa do Corinthians. A gente já viu que lá em apenas um jogo a torcida incentiva e apoia, imagina agora na Arena Corinthians que é estadio de Copa do Mundo. Eu tive a oportunidade de treinar entre os profissionais algumas vezes lá e os jogadores falam que é diferente, a torcida incentiva mesmo, vira 12º jogador. E aqui todo dia a gente fala 'caraca, vamos mesmo jogar na Arena'. Todo mundo fala que lá é diferente e que o clima é outro. Então a gente tá louco e ansioso pra chegar no sábado de manhã e que nós possamos chegar lá e fazermos um belo jogo, dar o título para a torcida e ser a primeira equipe a conquistar o título na Arena.

Ver o Malcom e o Arana levantarem a taça de campeão brasileiro como titulares dá um incentivo para vocês que ainda estão na base?

Com certeza. O Malcom eu só tive a oportunidade de conhecer e treinar com ele, já o Guilherme Arana tive a oportunidade de conhecer e jogar com ele na Copinha. Então a gente vê que não é um sonho tão distante, joguei com ele, fui campeão com ele, então posso dizer que eu estou mais perto do que longe do profissional. Ainda é uma coisa muito gratificante, poder ter esses meninos aqui na base como o Malcom, Guilherme Arana, Caique França, Matheus Pereira e o Marciel e lá no profissional ganhando o titulo, sendo esses amigos mais próximos da gente do que os caras do profissional. Eles acabam passando que esse sonho de jogar no time principal do Corinthians pode se tornar realidade, ainda mais no sábado dentro da Arena Corinthians, podendo conquistar um título contra o Santos. Isso tudo acaba sendo um algo a mais para mostrar para o Tite e para a comissão técnica que a gente é capaz de não apenas conquistar o título na base, mas também ajudar numa Libertadores, Paulista, Brasileiro e mostra para eles que podem contar com a gente.

Então, você está pronto para jogar no profissional do Corinthians?

Estou pronto, espero essa oportunidade. A gente tem que estar preparados. Eu já estive treinando algumas vezes lá, sei como é, eles nos abraçam e acolhem a gente, o Tite, o Renato Augusto, Ralf, Jadson. Então se o Tite ligar para mim ou para o meu empresário e falar que eu vou viajar para os Estados Unidos (para realizar a pré-temporada), pode ter certeza que eu vou agarrar essa oportunidade e vou dar o meu máximo, dar tudo o que a torcida quer, pois eles sabem do meu potencial.

Como é a sua relação com o Tite?

O Tite é super gente boa, ele faz questão de quando tem vídeo sobre jogos, por exemplo no próximo jogo contra o Sport, ele faz questão da gente assistir, por que geralmente os técnicos não querem o menino da base para assistir vídeo. Mas ele chama a gente, senta, orienta, da conselho, fala pra marcar, dá caminhos. Por isso ele está acima de todo mundo, porque ele treina o grupo todo, assim como os meninos da base, quando a gente vai treinar no Joaquim Grava. Isso dá mais vontade pra chegar lá no profissional do Corinthians, saber que ele nos conhece e incentiva.

Fazer o gesto a lá Cristian influenciou em algo na sua carreira? Você faria de novo?

Eu fiquei bastante marcado por aquele gesto, mas não influenciou em nada na minha carreira. Ninguém veio falar para eu parar de fazer. Eu falei em algumas entrevistas após o jogo que isso é do jogo, qualquer comemoração é provocativa de um clássico, mas sempre fica dentro de campo, conheço e tenho amigos no São Paulo. Mas não sei se eu faria de novo, depende muito da adrenalina do jogo, ainda mais em um clássico contra o São Paulo.

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