Naming rights pode vir junto com patrocínio master, afirma presidente do Timão

Naming rights pode vir junto com patrocínio master, afirma presidente do Timão

Por Meu Timão

Parceira desde 2012, Caixa pode não patrocinar mais o Corinthians

Parceira desde 2012, Caixa pode não patrocinar mais o Corinthians

Foto: Agência Corinthians

As negociações envolvendo os naming rights da Arena Corinthians e o patrocínio master a ser estampado na camisa do Corinthians em 2016 ganharam um novo capítulo. Em entrevista ao programa Boa Noite, da Fox Sports, o presidente do Timão, Roberto de Andrade, cogitou uma relação entre os dois negócios.

Ao ser questionado, primeiramente, sobre as conversas com empresas interessadas em estamparem seus nomes no estádio do Corinthians, Andrade afirmou que a negociação "está no forno" e confirmou o acordo para 2016. Vale lembrar que, de acordo com seguidas declarações do ex-presidente Andrés Sanchez, as conversas com diversas empresas e consequentes promessas de dirigentes alvinegros se arrastam desde 2011.

"Está no forno. Está bem encaminhada. Estamos finalizando as conversas. Não está sacramentado porque não está assinado. E um negócio gigante como esse pede muitas reuniões", afirmou o atual mandatário alvinegro.

"Não posso adiantar nada. Mas sai este ano", completou, ao ser questionado se trata-se de uma empresa do segmento bancário.

Há pouco mais de duas semanas, o Corinthians emitiu uma nota oficial negando negociação, naquele momento, com o banco Bradesco, especulado como principal interessado nos naming rights da Arena.

Uma possível negociação com o Bradesco, por sua vez, explicaria o imbróglio envolvendo a renovação com Caixa Econômica Federal, atual patrocinadora master do clube. O contrato expira na próxima semana e, ciente de um possível interesse de um banco concorrente em se aliar ao Timão, a Caixa não deve seguir estampando sua marca no uniforme alvinegro.

Ao ser questionado se a empresa interessada no naming rights da Arena pode se envolver também com o patrocínio master da camisa, Roberto de Andrade não negou:

"Pode ser que sim, pode ser que não. Pode ser que faça parte", disse.

"Vai vencer (o contrato com a Caixa) e vamos resolver. Ou renova ou não renova. Rasgar dinheiro não vou", concluiu.

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