Giovanni Augusto relembra passado de 'ilusão' e comemora 'volta por cima' no Timão

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Por Meu Timão

Em entrevista a programa esportivo, Giovanni Augusto revelou ter passado por problemas com bebida e mulheres no início da carreira

Em entrevista a programa esportivo, Giovanni Augusto revelou ter passado por problemas com bebida e mulheres no início da carreira

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Giovanni Augusto foi a principal contratação do Corinthians para a temporada de 2016. Destaque do Atlético-MG no ano passado, o meia-atacante precisou trilhar um caminho de superação para voltar a brilhar nos gramados. Sincero, o camisa 17 do Timão relembrou os problemas extracampo que prejudicaram sua carreira ainda em 2011.

“É verdade tudo isso que aconteceu comigo. Eu lembro que, em 2011, eu comecei com o professor Dorival Júnior a fazer alguns jogos pelo Campeonato Brasileiro e começaram, pela minha idade, as coisas extracampo. O mais importante de tudo, deixar bem claro que é tudo ilusão. Você está ali na noite, as pessoas vêm tirar fotos, fingem que gostam de você, mas só estão interessadas no que você tem”, afirmou Giovanni Augusto durante participação no programa Bem, Amigos!, do SporTV.

Em sua primeira passagem por Belo Horizonte, o apoiador teve um sucesso repentino na carreira e passou a conviver com os holofotes da mídia e o prazer da fama. “Quando eu saí, no final de 2011, essas pessoas que ficavam do meu lado, que me chamavam pra sair, desapareceram. Eu me vi praticamente sozinho tendo que dar a volta por cima”, acrescentou o corinthiano, que revelou ter atravessado adversidades com bebida e mulheres.

“É tudo uma ilusão, vai aparecer bebida, vai aparecer mulheres... Se você não tiver foco, não tiver com o pensamento de vencer, fico com isso. Devo essa volta por cima à minha esposa Isabel e ao meu filho”, disse ele, que rodou por alguns clubes do Brasil antes de ser contratado pelo Figueirense, em 2014. Ao se destacar pela equipe catarinense, Giovanni chamou a atenção do Atlético-MG e acertou seu retorno à capital mineira.

Questionado se as “más influências” teriam aparecido outra vez, o meia brincou. “Não, ano passado já consegui ficar bem tranquilo em Belo Horizonte. Já excluí todas aquelas pessoas que achei que iam aparecer. Até passava o numero errado porque eu não queria saber de conversa (risos). O futebol hoje é muito passageiro”, completou, em tom bem humorado.

“Eu lembro que, no Atlético, eu ganhava um valor muito baixo e, na outra semana, estava ganhando quatro, cinco vezes mais que aquilo. Quando você está começando como jogador, você começa a pensar em coisas diferentes, de você ter um carro, de você ter a mulher mais bonita... Acho que uma coisa vai ligando a outra”, finalizou.

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