De olho na presidência, André Negão volta a inocentar Timão em episódio da Lava-Jato

De olho na presidência, André Negão volta a inocentar Timão em episódio da Lava-Jato

Por Meu Timão

André Negão assegurou que não houve corrupção envolvendo a Arena Corinthians

André Negão assegurou que não houve corrupção envolvendo a Arena Corinthians

Foto: Divulgação

Detido por porte ilegal de arma em março, o vice-presidente, André Luiz de Oliveira, voltou a inocentar o clube em relação ao envolvimento com casos de corrupção junto à Odebretch, empresa responsável pela construção da Arena Corinthians. Em participação ao programa Boteco da Fiel, da TV Jornada, André Negão, como é conhecido, isentou o Corinthians de qualquer tipo de participação em negociações criminosas pelo estádio.

“Temos um contrato de prestação de serviços à Odebretch. Se alguém participou de alguma coisa da Lava-Jato, foi a Odebretch, o Corinthians não tem nada a ver. A Odebretch pegou um bem dela, deu no banco e pegou um dinheiro para a construção do estádio. Nós só temos um contrato de prestação de serviços. Não existe a questão de que eles estão fazendo porque somos parceiros, nós estamos pagando juros por isso. O contrato tem uma série de exigências e nós estamos contratando uma auditoria para fazer o levantamento de tudo”, disse o vice-presidente.

Quanto às possíveis dificuldades de acordos envolvendo os naming rights da Arena pela suspeita na construtora, André Negão acredita em outro fator que dificulte o desfecho da principal ambição do clube atualmente. “Eu acho que não atrapalha (caso da Odebretch). As empresas não compraram até o momento pelo alto valor. Tem coisas que precisamos nos adaptar, o clube estava pedindo R$ 400 milhões, um valor muito acima do que queriam pagar. Faltou humildade no começo para decidir isso”, acrescentou.

Investigado pela Polícia Federal em parte do processo da Lava-Jato, o vice-presidente também garantiu sua inocência no caso e revelou a vontade de tornar-se o presidente do Corinthians já na próxima eleição, que acontece no ano que vem.

“Eu não sei, isso aí é uma coisa que precisamos ver futuramente, temos que ver o desenrolar da Lava-Jato. A eleição do clube só acontece em 2017, mas eu tenho vontade de ser o presidente do Corinthians. Eu conheço muito o clube. Quanto se fala da administração, eu sou o cara que mais conhece. Eu cheguei no Corinthians em 1985 e em 2002 me tornei conselheiro vitalício direto”, finalizou.

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