De volta, Vilson comemora oportunidade e pede raça ao elenco

De volta, Vilson comemora oportunidade e pede raça ao elenco

Vilson inicia a partida frente ao Sport desta quinta-feira

Vilson inicia a partida frente ao Sport desta quinta-feira

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O zagueiro Vilson será uma das novidades de Cristóvão Borges no Corinthians para a partida contra o Sport, nesta quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), pela 23ª rodada do Brasileirão. Ciente da nova oportunidade, o defensor alvinegro relembrou o período afastado por lesões e projetou “vida nova” no clube.

“Eu estava numa sequência boa de jogos, mas tive uma lesão na posterior, fiquei 15 dias parado, e quando voltei tive uma torção no tornozelo. Mais 20 dias. É sempre ruim, você perde a sequência, um pouco de espaço, e trabalha para tentar recuperar isso. A disputa por posição é muito grande, procurei trabalhar para esperar minha oportunidade de novo”, afirmou Vilson em entrevista coletiva nesta terça-feira.

“É trabalhar. Não adianta ficar falando, ficar chateado, tem de continuar trabalhando no dia a dia e mostrando ao Cristóvão que estamos à disposição. É assim na minha carreira. Tento estar 100% para corresponder na hora que for preciso”, acrescentou o beque corinthiano

Depois de empatar fora de casa na estreia da Copa do Brasil, o Corinthians vira a chave e volta suas atenções à disputa do Brasileirão. A equipe do Parque São Jorge é a quarta colocada com 37 pontos, seis a menos que o líder Palmeiras. Para Vilson, o mês de setembro será determinante para as aspirações de Cristóvão & cia. na temporada.

“Pensamos bastante nisso, é um mês com jogos muito importantes. Temos de encarar, matar no peito e ir para cima. Temos de nos unir cada vez mais, colocar raça dentro de campo e buscar os resultados. Vai dizer muita coisa sobre nossos objetivos neste ano”.

Questionado sobre o desempenho defensivo do time, bastante contestado pela torcida desde a reta final do primeiro turno, Vilson foi franco. “A defesa começa com todo mundo. Se nosso atacante não marcar e estourar lá atrás, a culpa não é só do goleiro e dos dois zagueiros. Depende muito da parte defensiva, mas tem também os alas, o meio, que não podem deixar a bola chegar limpa na nossa área. É todo mundo se ajudar”, finalizou.

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