Apresentado, Oswaldo relembra conquistas e 'cobra' torcida

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Oswaldo concedeu entrevista coletiva e pediu apoio da torcida

Oswaldo concedeu entrevista coletiva e pediu apoio da torcida

Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Apresentado oficialmente como novo técnico do Corinthians, Oswaldo de Oliveira não demorou a comentar a ansiedade do reencontro com a Fiel, torcida que conheceu em 1999, no início de sua carreira. Em entrevista coletiva no fim da tarde desta sexta-feira, no CT Joaquim Grava, o treinador relembrou os títulos conquistados por ele no Timão e foi claro em relação à postura recente de parte da torcida: o momento requer apoio total.

“Acho que o Corinthians tem um momento de desequilíbrio, estou aqui pra ajudar. Corinthiano que é corinthiano nesse momento tem que ajudar, somar positivamente, como convivi com a torcida do Corinthians. Sempre teve pontos de discordância, mas a imagem que tenho na cabeça é de 14 de dezembro de 2000, Maracanã, 25 mil corinthianos cantando, a origem do ‘todo poderoso Timão’”, afirmou Oswaldo de Oliveira.

Questionado sobre a desconfiança dos torcedores nas redes sociais quanto ao seu trabalho, Oswaldo disse acreditar que terá sucesso no Corinthians, time que já dirigiu duas vezes ao longo da profissão. “Minha expectativa é essa, comecei minha carreira de treinador aqui, sempre disse que foi um divisor de águas. Aqui tive minha primeira oportunidade. Em nove meses fui campeão paulista, brasileiro e mundial. Acho que essa atmosfera tem que ser muito favorável”, acrescentou o agora comandante alvinegro.

Entre uma pergunta e outra, Oswaldo falou a respeito da torcida corinthiana. Visivelmente emocionado, o treinador pediu apoio para que a equipe consiga a vaga para a Copa Libertadores da América da próxima temporada, ou, quem sabe, o título da Copa do Brasil.

“Eu me acostumei com aquela torcida do Corinthians lá que não é nem um pouco diferente dessa. Eu vim jogar contra o Corinthians aqui (na Arena), é uma pressão muito grande. Tem que saber jogar aqui. Isso vai ser, acima de tudo, favorável ao Corinthians. A gente sabe que o arcabouço da torcida é a nosso favor. O resto é detalhe”, pregou o comandante, que ainda citou Tite durante a conversa com os jornalistas.

“Quando o time andou mal, até o Tite foi vaiado. O Corinthians tinha um timaço, me lembro de que (no Botafogo) jogamos em 2012 e 2013 contra o Corinthians, e era aquele Corinthians de Guerrero, Emerson Sheik, Paulinho, Ralf, Paulo André... Depois se transformou em outro timaço, Jadson, Renato Augusto, Vagner Love e Fábio Santos. O elenco precisa ganhar experiência, se entrosar, pra transformar em título. Qualquer um que não estivesse aqui, até meu xará Oswaldo Brandão, teria sido vaiado. Vaia precisa se transformar em apoio. Precisamos estar juntos, como já aconteceu antes”, finalizou.

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