Rematrícula do filho deixa Fagner em 'saia justa' em coletiva

Rematrícula do filho deixa Fagner em 'saia justa' em coletiva

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Fagner caiu na risada ao ouvir pergunta sobre rematrícula do filho

Fagner caiu na risada ao ouvir pergunta sobre rematrícula do filho

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O lateral-direito Fagner foi o alvo das atenções durante a manhã de quarta-feira do Corinthians. Homenageado por completar dez anos de carreira profissional, o jogador concedeu entrevista coletiva no CT Joaquim Grava e, ao lado do filho Henrique, de seis anos, acabou em uma “saia justa” daquelas.

Questionado se já teria feito a rematrícula do garoto na escola, justificando assim sua permanência no Timão na próxima temporada, Fagner caiu na risada junto aos jornalistas presentes na sala de imprensa. Sem graça, o ala de 27 anos, que tem contrato até dezembro de 2018, optou pelo bom humor para sair da incômoda situação. “Rematrícula? Deixo com minha mulher, ela que vai resolver isso aí (risos)”.

Remanescente do elenco hexacampeão brasileiro em 2015, Fagner é um dos destaques do atual Corinthians. A boa fase, inclusive, rendeu ao lateral-direito a primeira convocação para a Seleção Brasileira, além de especulações acerta de suposto interesse do Barcelona, da Espanha, em seu futebol.

“As experiências que tive no futebol me proporcionaram estar hoje com a cabeça boa, querendo evoluir. Isso faz com que você esteja sempre se cobrando para melhorar e trabalhar. Essa é a receita para seguir neste caminho”, declarou.

Entre outros assuntos, Fagner projetou o clássico diante do São Paulo, neste sábado, às 19h30 (de Brasília), no Morumbi, pela 34ª rodada do Brasileirão. Para o camisa 23, a equipe alvinegra precisa repetir o desempenho apresentado no empate por 2 a 2 com o Flamengo no Maracanã se quiser vencer.

“Todo clássico tem sua tensão natural. O Corinthians tem de repetir o que fez contra o Flamengo, fora de casa, conseguindo se impor. Nervosismo a gente deixa de fora, para o adversário, queremos a vitória, sabemos a importância disso”, frisou o capitão, que ainda evitou comparar o momento do Timão com o do rival da Barra Funda.

“Comparações não são legais, cada clube vive seu momento difícil ou bom, isso é de cada clube. Fazer uma comparação (Corinthians e São Paulo) não vem ao caso. As duas equipes precisam vencer, essa é a única coisa em que as duas equipes estão iguais”, completou.

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