Mesmo após desmanche, Corinthians volta a atrasar salários

Mesmo após desmanche, Corinthians volta a atrasar salários

Por Meu Timão

Presidente desde fevereiro de 2015, Roberto de Andrade voltou a atrasar salários no Timão

Presidente desde fevereiro de 2015, Roberto de Andrade voltou a atrasar salários no Timão

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Nem mesmo um faturamento bruto de quase R$ 125 milhões com a venda de atletas foi suficiente para que o Corinthians mantivesse suas contas em dia. Neste início de novembro, o clube voltou a atrasar salários do elenco, funcionários e até garotos das divisões de base. A informação foi revelada pelo site Goal e confirmada pelo Meu Timão.

Os vencimentos de outubro, que deveriam ser quitados pela diretoria do clube paulista até o quinto dia útil (7) deste mês, permanecem em atraso. A alta cúpula corinthiana havia se comprometido a pagar os ordenados até o dia 14 (segunda-feira), mas não honrou com a promessa. Há esperança de que o dinheiro seja depositado ainda nesta quinta.

A princípio, em relação às categorias de base, o problema não é generalizado. Alguns atletas que entraram de férias antecipadamente ainda não foram remunerados. Outros, contudo, garantem ter recebido o pagamento normalmente.

De acordo com o site, a diretoria do Corinthians tem reunião agendada com o Banco BMG nesta semana a fim de viabilizar um empréstimo – o valor solicitado não foi divulgado. Vale lembrar que a instituição financeira já ajudou o clube em outras ocasiões.

O Meu Timão tentou contato com o diretor financeiro Emerson Piovezan, mas não obteve retorno até o momento desta publicação.

Situação financeira

Recentemente, o Corinthians divulgou o balancete referente a 2015 e parte (janeiro até maio) de 2016. De acordo com o documento, o clube tem, gradativamente, reduzido sua dívida total, atualmente na casa dos R$ 340 milhões – na temporada passada, o montante era de R$ 393 milhões.

No ano em que conquistou o hexacampeonato brasileiro, o Timão faturou cerca de R$ 51 milhões com o repasse de direitos federativos. O número, porém, já foi quase duplicado apenas nos cinco primeiros meses de 2016: são R$ 89 milhões arrecadados com a venda de atletas, reflexo do desmanche de janeiro. Vale destacar ainda que a conta não considera as negociações firmadas a partir de junho, caso dos volantes Elias e Bruno Henrique e dos atacantes Alexandre Pato e André, por exemplo.

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