Dívida por Giovanni Augusto pode fazer Corinthians abrir mão de Marlone
55 mil visualizações 378 comentários Reportar erro
Por Meu Timão

Marlone pode trocar o Corinthians pelo Atlético-MG em 2017
Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians
O Corinthians terá trabalho para assegurar a permanência do meia Marlone nesta janela de transferências. Um dos poucos atletas que agradaram a torcida em meio aos fracassos de 2016, o jogador é alvo número um do técnico Roger Machado, do Atlético-MG, que pretende tê-lo na Libertadores da América. Para piorar, uma dívida recente do Timão com o clube mineiro pode facilitar o possível negócio.
Conforme publicado pelo GloboEsporte.com, o Corinthians ainda possui parcelas a pagar referentes à contratação do meia Giovanni Augusto, firmada em janeiro. O camisa 17, então do Atlético-MG, deixou Belo Horizonte por € 3 milhões (cerca de R$ 13 milhões na cotação da época). O centroavante André, já vendido ao Sporting, de Portugal, foi envolvido na transação e também reforçou o time do Parque São Jorge.
O valor a que o Atlético-MG possui direito não foi divulgado. Tanto Roger como a direção do clube enxergam Marlone, de apenas 24 anos, com bons olhos, já que Hyuri e Carlos Eduardo estão fora dos planos e devem acertar suas respectivas saídas em breve - o Botafogo tende a ser o destino do primeiro.
Finalista do prêmio Puskás da Fifa, Marlone tem contrato com o Corinthians até 31 de dezembro de 2019. O Timão pagou ao Sport, ex-clube do armador, R$ 4 milhões pelo repasse de 50% dos direitos econômicos.
Vale lembrar que Marlone já atuou pelo Cruzeiro e foi campeão brasileiro de 2014 com a camisa da agremiação. O retorno a Minas Gerais, portanto, está longe de ser inviável.
Filme que se repete - O Corinthians passou por situação semelhante no meio da temporada ao negociar Elias com o Sporting. O Timão ainda tinha duas anuidades de € 1 milhão cada a quitar pela contratação do volante em 2014. O clube paulista, então, economizou aproximadamente R$ 7 milhões e ainda recebeu mais € 1 milhão (R$ 3,6 milhões) por ceder 50% dos direitos do atleta.