Carille admite atmosfera 'diferente' em torno de clássico, mas não abre mão de jovens

Carille admite atmosfera 'diferente' em torno de clássico, mas não abre mão de jovens

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Carille ressaltou importância de sequência para pratas da casa no time e projetou Majestoso no Morumbi

Carille ressaltou importância de sequência para pratas da casa no time e projetou Majestoso no Morumbi

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag.Corinthians

“Trato o clássico como um jogo diferente. Clássico marca”, disse Fábio Carille em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, horas depois do empate por 1 a 1 com o Red Bull Brasil na Arena Corinthians. Apesar do tropeço em casa, o treinador alvinegro não terá tempo para lamentar, já que a equipe tem clássico marcado contra o São Paulo neste domingo.

Embora o Corinthians esteja há quatro jogos sem vencer, Carille não pretende mudar de postura em relação à utilização de jogadores oriundos das categorias de base, casos de Guilherme Arana, Maycon e Pedrinho, bastante elogiados diante do Red Bull. Mesmo se tratando de um Majestoso, o trio deve seguir no esquadrão titular.

“Que bom poder colocar meninos num jogo grande como o Morumbi, buscando pontuação para ter vantagens na fase final. Botamos contra Ferroviária, contra Red Bull, solto, se virou, sabe jogar, tem lance pessoal e passe. Se acontecer, que bom usar num jogo grande, no Morumbi, num jogo deste tamanho”, frisou Fábio.

Se na quinta-feira Carille não pôde contar com dez atletas, domingo ele terá ao menos o retorno de Jadson, que cumpriu suspensão em razão do acúmulo de três cartões amarelos. É possível até que o zagueiro Balbuena, em fase final de recuperação de lesão na coxa direita, seja liberado pelo departamento médico para ir a campo. Possibilidade que agrada Carille.

“Fomos para jogo contra a Ferroviária com mudanças que tinham de ser feitas, agora também contra o Red Bull. Normal sofrer, sabemos das dificuldades, meninos de 18 anos, sete da base. Vamos ter uma base melhor contra o São Paulo. Acredito que faremos um grande jogo lá”, projetou.

Questionado sobre as semelhanças entre seu trabalho e o de Rogério Ceni, técnico do São Paulo, Fábio elogiou o ataque rival, que marcou 23 gols contra dez do Timão, mas alertou para insegurança da defesa.

“Ele (Rogério Ceni) está tendo dificuldades diferentes das que eu tenho. Parte ofensiva bem desenvolvida, jogadores rápidos chegando ao ataque e fazendo muitos gols. Ele está com um problema defensivo, sofrendo muitos gols, e a gente ao contrário. São os times que mais mudaram, normal aparecerem dificuldades no Paulista. Temos de ter sabedoria para melhorar”, finalizou.

Veja mais em: Fábio Carille e Majestoso.

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