Jô vê chance 'próxima' na seleção, valoriza novo estilo e relembra recomeço

Jô vê chance 'próxima' na seleção, valoriza novo estilo e relembra recomeço

Por Meu Timão

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Em excelente fase, Jô tem sido essencial para o esquema de Carille

Em excelente fase, Jô tem sido essencial para o esquema de Carille

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Artilheiro do Corinthians no ano, Jô é um dos principais jogadores alvinegros na temporada. Essencial para o time de Carille não só na hora de marcar gols, o camisa 7 já sonha alto com o bom rendimento. Presente na Copa do Mundo de 2014, o centroavante sente que uma nova oportunidade na seleção está próxima.

"Vejo bem próximo pelas minhas atuações e do Corinthians. O Corinthians tem força muito grande nesse aspecto, visado quando está bem, por clubes europeus e seleção. Vejo como algo bem próximo. Talvez não seja agora, talvez seja bem próximo da Copa, mas se mantiver o nível, vai aparecer oportunidade. Vai depender de mim, mas vejo minha volta para a seleção bem próxima mesmo", afirmou em entrevista ao Uol.

Apesar da boa fase, o momento de Jô é bem distinto ao que ele vivia quando foi convocado por Luiz Felipe Scolari para a Copa disputada no Brasil. Fora de campo, o camisa 7 está totalmente mudado. Adotou outro estilo de vida e está muito mais focado no futebol. Dentro das quatro linhas, o estilo também mudou.

"Naquele time do Atlético-MG, a gente deu certo no começo e foi até o fim assim. O Cuca até brincava na preleção e perguntava quantas primeiras bolas eu ia ganhar pelo alto. Tinha média de 10 ou 12 por jogo. Hoje, com Fábio, o estilo é muito diferente. Sei jogar com os pés, não sou aquele cara tão burro, consigo jogar, me adaptei bem no estilo de tabelas rápidas, triangulações. São estilos", exaltou.

A excelente fase, no entanto, demorou um pouco a chegar. Buscando aprimorar a parte física e cercado de desconfiança, o atacante teve como ponto de partida para a boa temporada o clássico contra o Palmeiras, quando veio do banco para decidir o confronto.

"Para mim, particularmente, foi o começo do recomeço. Quando cheguei, as partidas não foram das melhores, ainda não estava no auge fisicamente, psicologicamente, era muito tempo sem jogar, tudo estava se juntando. Um jogo antes, contra o Audax, o professor Fábio pediu para eu ficar fora. Tive uma conversa, falei para ele que eu estava cansado e talvez não ajudaria como deveria. Ele falou: 'Não sei se te coloco com o Palmeiras, vai depender'", contou o centroavante.

"O Kazim acabou fazendo o gol [contra o Audax] e fui muito sincero: 'O que tiver de fazer, o senhor faz. Se achar melhor eu ficar no banco, eu fico, não tem problema nenhum, só quero ajudar o Corinthians'. Ali ajudei, apoiei, foi um jogo difícil e, se não estou com a cabeça boa, do tipo 'estou no banco, que se dane o time'... Já vi muitos no futebol que torcem contra. Eu torci para ganhar o jogo e fui abençoado. Quando você atinge maturidade, as coisas acontecem para o lado bom", concluiu.

Aos 30 anos, Jô tem 11 gols marcados na temporada. Além da marca extremamente positiva para um atacante, o jogador ainda tem outro dado bastante destacável: são 35 jogos no ano, perdendo apenas para Cássio, que jogou 36.

Veja mais em: e Corinthianos na Seleção.

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