Corinthians negocia naming rights com empresas fora do Brasil

Corinthians negocia naming rights com empresas fora do Brasil

O “perfil” da empresa que negocia com o clube é de uma multinacional que possui pequeno market share no Brasil e pensa em ampliar isso. Dar nome ao estádio seria uma maneira de crescer rapidamente no país. O Corinthians não revela as empresas com as quais negocia a venda do nome, mas admite que o negócio deve ser fechado antes de o estádio ficar pronto - a previsão atual é dezembro de 2013. “Isso caminha, já é um fato, temos tratativas (de conversas), mas é duro falar em datas”, disse o presidente Mário Gobbi. “É de fora (a empresa).”

O nome do estádio é a principal fonte de recurso para custear a obra, orçada em R$ 820 milhões - R$ 400 milhões virão do BNDES, em forma de empréstimo, e outros R$ 420 milhões, via um projeto de isenção fiscal da Prefeitura de São Paulo. Os “naming rights” pagarão o empréstimo do BNDES. A ideia inicial era vender o nome do estádio por um prazo de dez anos, tempo que o clube terá para pagar as parcelas ao banco.

Houve conversas com empresas já consolidadas no país, mas muitas negociações esbarram em um problema. Não de ordem financeira, mas sim por questões de mercado. Algumas delas tiveram receio de associar sua marca a um único clube de maneira tão forte. Daí surgiu como foco as companhias pouco conhecidas.

Fonte: diario regional

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