Roger é apresentado no Corinthians e lembra de passado torcedor na cidade de Campinas

Roger é apresentado no Corinthians e lembra de passado torcedor na cidade de Campinas

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Roger foi apresentado como novo centroavante do Corinthians nesta sexta-feira

Roger foi apresentado como novo centroavante do Corinthians nesta sexta-feira

Foto: Rodrigo Vessoni / Meu Timão

Roger foi apresentado pelo Corinthians na tarde desta sexta-feira no CT Joaquim Grava. Com a fala mansa, sorridente e muito otimismo nas palavras, o centroavante fez questão de enaltecer seu passado torcedor, quando aprendeu a gostar do Timão nas ruas do bairro Vila Rica, em Campinas.

O jogador, de 33 anos, afirmou que fez questão de trocar o Internacional pelo Corinthians. E falou em fazer história no clube...

"Primeiramente, agradecer a Deus pela oportunidade, feliz de estar aqui realizando meu sonho de criança, algo que sonhei lá na rua, no meu bairro, com meus amigos e hoje Deus realiza esse sonho. Talvez falte um ou dois só (de carreira). Deus foi generoso comigo. Jô é ídolo, fez uma grande história, por isso não vim em dezembro, depois aconteceu a venda dele. Vim para fazer história, para jogar um grande futebol, trabalhar forte, entro numa equipe pronta, que acabou de ser campeã. Não carregar esse peso de substituir, mas vim para fazer meus gols, ajudar e ser campeão. Tem Brasileiro, Libertadores. Coroaria minha carreira, sem dúvida", afirmou.

Após falar de seu amor pelo Corinthians, como não poderia ser diferente, Roger foi questionado sobre seus ídolos de infância com a camisa do Corinthians. E o jogador lembrou da passagem de grandes jogadores pelo clube.

"Um que me lembro muito bem é Marcelinho Carioca, teve o Edílson na final contra o Palmeiras. Gosto do Vampeta, um cara que sempre tira onda, futebol é essa alegria, tem que retornar. Futebol está chato, tudo é briga, nível forte de confusão. Futebol é alegria, é paz, quem ganha vai sempre zoar. Ronaldo também, estive com ele, um cara nota 10. Sou corinthiano de infância, tenho carinho pela Ponte, fiquei 17 anos lá dentro, mas meu time de criança é o Corinthians", lembrou.

No fim do ano passado, o Corinthians chegou a fazer uma oferta pelo jogador, que optou por acertar com o time do Sul devido à presença de Jô que, segundo ele, era insubstituível.

"Deixei o Internacional por uma oportunidade de vir ao Corinthians. E realmente (risos)... por talvez não concordar com algumas coisas de jogo e de trabalho. A oportunidade de desenhou. Iniciei com uma sequência, mas não conseguia talvez ter a confiança do treinador de acabar um jogo e começar outro. Centroavante tem história de às vezes demorar para fazer gol e depois fazer 20 na temporada. Quanto tive a chance (de sair), falei que sim", explicou.

Veja mais em: CT Joaquim Grava, Contratações do Corinthians e Roger.

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