Sheik foi o herói do Corinthians na conquista da Libertadores de 2012

Sheik foi o herói do Corinthians na conquista da Libertadores de 2012

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

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Fala, herói!

No aniversário de título, Sheik lembra confiança em Cássio e decisão contra o Boca Juniors

Por Meu Timão

Mesmo sem jogos do Corinthians para acompanhar, o sábado foi mais do que especial para a Fiel. A data, afinal, marca os oito anos da conquista da Libertadores de 2012. Herói daquele título, Emerson Sheik lembrou a caminhada de outro protagonista da campanha vitoriosa: Cássio, que ganhou a titularidade nas oitavas de final do torneio.

"Nos treinos, o Cássio já vinha mostrando uma evolução muito grande. Sabíamos que ele daria conta do recado quando entrasse. Entrou num momento delicado. Fez grandes defesas já nesse primeiro jogo. Mostrou a que veio logo de cara. Foi mais um jogo complicado. Fez a gente ganhar confiança, a torcida ainda tinha um pouco de receio", pontuou, em live ao canal Chapa Preto no Branco.

Apesar das boas defesas em diversas partidas, Cássio marcou seu nome na conquista ao parar Diego Souza, contra o Vasco, nas quartas de final. Autor do gol na decisão contra o Boca Junior, Sheik lembrou com carinho do duelo contra os brasileiros e exaltou o companheiro. .

"P... que pariu, que momento. Acho que o Alessandro tentou cavar um pouco mais a bola e tirou força. A bola bateu na perna do Diego. Foi sozinho em direção ao gol. Só que esqueceu que tinha um cara enorme. Aquela hora, pensei: "Deu m...". O Cássio foi incrível. O movimento, a reação, o fato de esperar o Diego Souza definir. Foi frio. Depois, o gol do Paulinho, o movimento dele. Ali, o Vasco já não tinha mais condições", completou.

Por fim, Sheik também comentou a grande final, que contou com dois gols seus. Ao lembrar do Boca Juniors, outro companheiro ganhou moral: Romarinho, autor do gol de empate no jogo de ida, em Buenos Aires.

"O Boca dentro da Libertadores é monstruoso. A história conta isso. Máximo respeito. Era a nossa primeira final de Libertadores. Eu só pensava em fazer o que me trouxe até aqui. Sabia o que eu conseguia e o que não conseguia. A Bombonera projeta uma energia ruim para os rivais do Boca, parece que a torcida está em cima de nós. Já no aquecimento nos atingiram com spray de pimenta, me irritou, irritou vários atletas. Eu me lembro também do Romarinho entrar e perguntar qual lado era para ele ficar. Sei que no lance do gol, eu consegui o passe porque o Schiavi (ex-zagueiro do Boca) tenta me agredir ao invés de roubar a bola. O Romarinho é um cara do bem, a gente brincava que ele não tinha nem noção do gol que fez. Um craque", concluiu.

Veja mais em: Emerson Sheik, Ex-jogadores do Corinthians, Jogos Históricos e Títulos do Corinthians.

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