Reunião para votação das contas de 2019 e 2020 do Corinthians é adiada outra vez; data-limite surge

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Por Rodrigo Vessoni

Alexandre Husni, presidente do Conselho Deliberativo, encaminhou um ofício aos conselheiros sobre o adiamento

Alexandre Husni, presidente do Conselho Deliberativo, encaminhou um ofício aos conselheiros sobre o adiamento

Meu Timão

O Conselho Deliberativo do Corinthians adiou mais uma vez a votação das contas do clube dos anos de 2019 e 2020. Marcada para ser realizada no dia 13 de abril, terça-feira da próxima semana, a reunião foi cancelada e, de acordo com ofício encaminhados aos conselheiros, será realizada "impreterivelmente" no dia 27 deste mês.

A medida, de acordo com o presidente do órgão, Alexandre Husni, que assina o ofício ao qual teve acesso o Meu Timão, foi tomada porque "a fase emergencial" do Plano São Paulo de contingência da Covid-19 acabou prolongada até dia 18. Na verdade, porém, o que segue valendo é a fase vermelha, que também impede reuniões do tipo.

Assim como adiantou o Meu Timão, não haverá mais adiamento além do dia 27 de abril para um tema pendente há mais de um ano.

As opções pensadas são: uma votação por meio de um drive-thru, onde os eleitores depositam seus votos em urnas e, na sequência, já deixam o local; ou a utilização da plataforma online - essa segunda opção já havia sido pensada e descartada anteriormente, principalmente por conta dos conselheiros mais antigos já que poderia gerar um dificuldade com o uso da tecnologia.

Husni também se coloca à disposição de quem quiser enviar sugestões para a realização da votação, mas frisa outra vez ao fim do documento que não será possível adiar a votação dos exercícios de 2019 e 2020 além de 27 de abril.

O balanço de 2019 estava previsto para votação em abril de 2020. Mas foi adiado por conta do início da pandemia no ano passado e, desde então, segue em adiamento.

Vale ressaltar que, o balanço de 2019 fechou com um déficit de R$ 195,4 milhões. Já o de 2020, divulgado recentemente, teve déficit de R$ 123,3 milhões. A dívida do clube saltou de R$ 665 milhões para R$ 982,8 milhões sob o mandato de Andrés Sanchez.

Em caso de reprovação do balanço, Andrés pode passar por um processo interno, do qual os grupos de oposição dificilmente abririam mão. No processo, Sanchez pode ter desde 10 anos de inelegibilidade, como prevê o artigo 106 do estatuto, ou eventuais ações judiciais, que sairiam da esfera do clube.

Veja mais em: Diretoria do Corinthians.

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